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Seu animal já experimentou os Florais? Por que não?

Monday, September 19th, 2011

floraisA teoria, o conceito e a técnica da terapia floral foram desenvolvidos na Inglaterra, na década de 1930, pelo médico e bacteriologista e também homeopata, Dr. Edward Bach (1886-1936).

Tudo começou quando Dr. Bach fazia pesquisas com flores silvestres, a partir de técnicas homeopáticas, obtendo excelentes resultados na aplicação clínica. Desde então viajou por diferentes regiões da Inglaterra a fim de pesquisar novas flores e testá-las em pacientes de camadas sociais distintas. Após Dr. Bach, outros pesquisadores estudaram diferentes tipos de plantas e hoje temos outras opções de florais, como o Saint Germain, Minas, Californiano.

O propósito dos florais é dar ao paciente o apoio para que este possa lutar contra as doenças, harmonizando a depressão, a ansiedade, os traumas ou outros fatores emocionais que impedem a cura física, removendo bloqueios energéticos causados por estados negativos (traumas físicos e psicológicos, pensamentos…)

Os florais podem ser utilizados sozinhos ou acompanhando outros remédios ou tratamentos. Não interagem com medicamentos, nem mesmo os homeopáticos. São totalmente seguros e não apresentam efeitos colaterais. Sua ação é suave, podendo ser usados por pessoas de todas as idades, desde bebês recém-nascidos até idosos. São também benéficos para plantas e animais.

O efeito desses florais é observado no tratamento do indivíduo e não da doença ou dos seus sintomas.

Os florais atuam especificamente na condição emocional da pessoa e/ou afetada. Desse modo, duas pessoas com a mesma queixa podem se beneficiar com florais diferentes apropriados para cada caso.

As essências elevam as vibrações e envolvem nosso corpo com a virtude específica que precisamos, nos aproximando de nossa própria alma, devolvendo a paz e aliviando os sofrimentos.

O tratamento floral é feito através de essências obtidas de flores que atuam diretamente no sistema emocional das pessoas e dos animais, permitindo que se corrijam basicamente as causas dos principais fatores de desequilíbrio, sejam eles físicos ou emocionais.

A base das doenças está em um desequilíbrio interno, resultante da desarmonização das energias, provocada por sentimentos negativos, como, medo, raiva, frustração, ansiedade, solidão, desinteresse, angústia, desesperança, depressão e todos os outros que levam ao sofrimento, por incapacidade objetiva de se lidar com eles.

Os florais para os animais têm a finalidade de ajudar a reequilibrar temperamentos e comportamentos que se apresentam excessivos ou em desequilíbrio, atuando no campo energético emocional, que influencia no comportamento do animal.

Bloqueios e desequilíbrios que persistem por muito tempo neste campo sem a devida atenção da pessoa podem migrar para o físico, processo chamado somatização.

Sendo assim os florais podem atuar como preventivo ou mesmo coadjuvante em diversos tratamentos (alopáticos, homeopáticos e acupuntura).

O animal domesticado pensa que somos da mesma espécie e na grande maioria das vezes o dono se esquece disso também e assim há uma grande falha na comunicação. Quando o animal não reage a determinadas ações, como esperado pelo dono, ele é repreendido e vários processos internos emocionais são desencadeados podendo chegar a excessivo desequilíbrio emocional.

Para saber mais sobre os Florais visite nosso curso: http://www.vettherapy.com.br/cursos/21-florais.html

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Tratamento de câncer em gatos

Saturday, July 16th, 2011

câncer em gatosCâncer é uma doença comum em gatos, tal como em outras espécies domésticas e em seres humanos.

A experiência obtida a partir da medicina humana tem resultado no desenvolvimento de tratamentos em animais e muitos medicamentos utilizados foram desenvolvidos para o tratamento de seres humanos, porém alguns utilizados em cães e humanos não são adequados para gatos.

A maior parte dos tumores surge a partir da transformação neoplásica de uma única célula tronco. Inicialmente os tumores crescem rapidamente, mas a velocidade de crescimento diminui à medida que o tamanho aumenta.

A fração de crescimento constitui o fator mais importante que determina a resposta de um tumor à quimioterapia, pois a maioria dos medicamentos é ativa apenas contra células em crescimento e em divisão. O período ideal para tratar um tumor com quimioterapia é no início de seu curso de desenvolvimento, quando a carga tumoral é baixa, o tempo de duplicação é curto e a fração de crescimento é alta. As células em repouso dentro de um tumor também são essenciais, pois formam um reservatório protegido a partir do qual um tumor pode se reformar. Portanto, essas células determinam o resultado definitivo do tratamento.

Inicialmente, os tumores são compostos de um grupo de células razoavelmente homogêneas, mas com divisões celulares sucessivas, ocorrendo mutações genéticas que conferem propriedades fenotípicas diferentes nas células filhas. Logo, a população celular de um tumor torna-se heterogênea com relação às características bioquímicas, morfológicas e de resposta à droga.

Alguns tumores são resistentes à quimioterapia; por exemplo, muitos carcinomas e o melanoma maligno. Tumores grandes e de crescimento lento também são, por causa da fração de crescimento baixa. As células tumorais, da mesma forma podem adquirir resistência por meio de mutação.

O objetivo teórico de qualquer tratamento de câncer é reduzir a população de células tumorais a zero. Pode-se usar regimes de quimioterapia radicais se a intenção for curar o tumor. No entanto, em medicina veterinária, tem que ser alcançado um equilíbrio entre eficácia e toxicidade do tratamento.

A quimioterapia deve ser reservada para tumores malignos que sabidamente respondam aos medicamentos. É indicada contra doenças disseminadas ou sistêmicas, como linfoma, mielona, leucemia. A quimioterapia raramente tem valor como único tratamento de tumores sólidos, como carcinoma, sarcoma, melanoma, nesse caso a cirurgia ou radioterapia seriam a primeira escolha de tratamento.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Gravidez psicológica, um problema comum

Sunday, March 27th, 2011

filhotesA gravidez psicológica em cães é mais comum do que se pensa, ocorre em mais de 50% de cadelas não castradas. Além das alterações psicológicas, ela causa alterações físicas também.

Acontece devido à alterações hormonais capazes de influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários. Isso ocorre quando há uma queda do hormônio progesterona, presente no cio. Quando a cadela está para parir cai o nível de progesterona, o que estimula a produção da prolactina, que por sua vez age no tecido mamário ativando a produção de leite e causando o comportamento maternal.

É comum as cadelas apresentarem a gravidez psicológica após a castração, se realizada até 3 meses depois do início do cio. Com a retirada dos ovários, responsáveis pela produção de progesterona, há interrupção da produção desse hormônio e liberação da prolactina.

Os sinais da gravidez psicológica são: o animal raspa os cantos da casa, simulando cavar; protege uma área ou objeto; fica ansiosa ou chorando e falta de apetite.

Para interromper esse comportamento pode-se utilizar medicamentos que inibem a produção de prolactina. Eles fazem cessar rapidamente a produção de leite e o comportamento maternal. Caso contrário, a gravidez costuma terminar em 2 semanas.

Retirar os objetos que o animal adotou como filhote durante esse período pode aumentar a ansiedade e estimular comportamentos compulsivos ou até torná-lo agressivo.

O aumento das mamas é normal e o leite produzido acaba sendo absorvido pelo organismo, mas algumas vezes ocorre inflamação das glândulas mamárias, surgindo caroços, dor e pele avermelhada. Por isso, não deixe de consultar um veterinário.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Diarreia: quando se preocupar

Sunday, February 6th, 2011

cão_diarreiaÉ muito comum que cães e gatos tenham diarreia (movimentos intestinais anormalmente soltos ou frequentes).

A maioria dos casos é causada quando o animal come alguma coisa que não devia, mas também pode ser um sinal de algo mais sério como cinomose ou parvovirose, que também incluem vômitos e febre.

Uma das coisas mais perigosas na diarreia é a perda de água do organismo, o que leva a desidratação.

O que fazer em caso de diarreia:

1- Interrompa a alimentação – deixe de dar comida por um período de 12 a 24 horas para que o intestino dele descanse e haja tempo para ele se recuperar da inflamação. Se não houver nada nos intestinos, não haverá nada para evacuar.

2- Mantenha o animal hidratado – certifique-se de que o animal tenha sempre livre acesso à água, para que ele não desidrate.

3- Consulte o veterinário antes de dar algum remédio – nem sempre é recomendado cortar a diarréia com medicamentos, a orientação veterinária é importante para fornecer ao animal um tratamento adequado.

Quando ir ao veterinário:

1- Fezes pretas com consistência de piche

2- Fezes extremamente mal cheirosas

3- Fezes com grande quantidade de sangue vermelho

4- Diarreia seguida por vômito

5- Dor aguda durante a evacuação

6- Febre

7- Perda de apetite

8- Letargia

A maioria das diarreias mais simples, em que o animal ainda se sente bem e se comporta normalmente, é de consistência pastosa ou contém apenas salpicos de sangue. Pode, geralmente, ser curada em casa, com um pronto atendimento. Caso a diarreia persista por mais de três dias sem melhora, leva o animal ao veterinário.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Quando levar o animal ao dentista?

Tuesday, January 18th, 2011

Entrevista realizada com Dr. Alexandre Venceslau da VetDent:

dente cão1-      Por que é necessário o tratamento dentário?

 O tratamento dentário, ou tratamento odontológico em animais é tão necessário quanto em pessoas. Diversas afecções e doenças têm origem na cavidade oral, e também doenças orais são muito comuns em pets. Aliás, a principal doença que afeta cães e gatos adultos é a doença periodontal, que acomete cerca de 85% dos cães e gatos acima dos 3 anos de idade, sendo a principal e mais freqüente afecção veterinária nestas espécies.

2-      Com que idade deve-se começar?

 Tão logo surjam os dentes decíduos (dentes-de-leite) são necessários cuidados com a saúde oral do pet. 

3-      Com que freqüência é necessário fazer um tratamento?

Depende muito de paciente para paciente. Em geral, recomenda-se que pelo menos uma vez ao ano o proprietário do animal de estimação faça uma avaliação com o médico veterinário especializado, que irá melhor orientar quanto a possíveis tratamentos necessários.

4-      Quais as afecções orais?

A principal, como já dito, é a doença periodontal, que se caracteriza pelo acúmulo de placa bacteriana, formação de cálculo dentário (tártaro) e consequente evolução para gengivite e periodontite. Mas também são bastante comuns fraturas dentárias, persistência de dentição decídua, fraturas de mandíbula, maloclusões, neoplasias orais. Nos gatos também são muito frequêntes duas afecções específicas: a lesão reabsortiva e o complexo gengivo-estomatite-faringite. 

5-      Quais as conseqüências de não tratar os dentes?

 Em se tratando da doença periodontal, o não tratamento pode em casos mais graves levar o paciente ao óbito. Mas, antes disso, uma série de complicações pode ocorrer, pois uma periodontite não controlada gera uma bacteremia, com subprodutos bacterianos indo para a circulação sanguínea e afetando órgãos como fígado, rins, meninges, articulações e até mesmo o coração. 

Fraturas dentárias não tratadas podem ocasionar muita dor ao paciente, assim como também a bacteremia. 

6-      Como prevenir os problemas orais?

 A melhor maneira é a escovação dentária diária, associada a uma alimentação de qualidade e balanceada. Além disso, evitar hábitos que possam provocar traumas e fraturas dentárias ou orais, como por exemplo, brincadeiras com pneus, puxar corda, ossos duros. 

Também é recomendado visitas frequêntes a um veterinário especializado, que detectará qualquer anormalidade que por ventura esteja ocorrendo na cavidade oral do pet.

 7-      Como saber se o animal precisa de um tratamento?

 Normalmente os animais manifestam sinais de que algo está errado com a cavidade oral. Pacientes que passam a pata na boca com frequência, esfregam o focinho no chão, mastigam com um lado só da boca, podem estar sendo acometidos de alguma forma. Mas nem sempre eles demonstram que algo esta errado, portanto, é importantíssimo que o proprietário olhe a cavidade oral do animal esporadicamente.

Sinais como mau hálito, presença de tártaro, gengiva inflamada ou sangrando, retração de gengiva, crescimento de “massas” (tumores) também são indicativos de que algo não está normal e é hora de levá-lo ao veterinário.

8-      Quais tratamentos realizados?

 Praticamente tudo que se realiza na odontologia humana hoje é possível fazer em animais. Tratamento periodontal, tratamento de canal, correção ortodôntica com instalação de aparelhos, próteses, implantes, cirurgias buco-maxilo-facial, tratamento oncológico, enfim, a odontologia veterinária no Brasil é considerada de ponta no cenário mundial, e se tornou referência na América Latina.

Tratamentos que há 10 anos eram considerados luxo ou inviável, hoje é realidade. 

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Seu animal tem hipoglicemia?

Tuesday, January 11th, 2011

cãoA baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia) pode acontecer se o animal tiver um mal funcionamento do pâncreas.

O pâncreas produz insulina, que leva o açúcar (glicose) até as células do corpo para dar energia. Quando há excesso de insulina, o animal tem hipoglicemia.

Doenças no fígado, ou mesmo grande quantidade de parasitas intestinais que interfiram na digestão, podem causar hipoglicemia.

À medida que o batimento cardíaco e a respiração ficam mais lentos, os animais com baixa taxa de açúcar no sangue, tornam-se fracos, sonolentos, desorientados, cambaleantes e com o olhar parado. Podem ter convulsões, perder a consciência e entrar em coma.

Para saber se o animal tem hipoglicemia é preciso avaliar os sintomas e realizar exames laboratoriais.

Para manter o nível de glicose no sangue em níveis normais, o animal deve ser alimentado a cada 2 horas e deve-se evitar oferecer doces a ele.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Leishmaniose, um caso sem solução

Sunday, December 19th, 2010

leshmanioseCom um número crescente de casos de leishmaniose, o Forum reazilado em Brasília discutiu o problema e tomou algumas providências.

Segue abaixo a carta divulgada pelo CFVM/CRMVs com o seu posicionamento com relação ao assunto:

“ A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose cujo agente etiológico no Brasil é o protozoário Leishmania chagasi. Constitui-se uma enfermidade de evolução crônica transmitida aos seus hospedeiros através da picada de fêmeas de flebotomíneos, Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi, conhecido como mosquito-palha, birigui, asa delta e cangalhinha.
 
  A LV acomete especialmente os cães, mas também raposas, gambás e secundariamente o homem. Associado a isso estudos vem apontando o risco de infecção também para felinos, roedores e equídeos. Entretanto, especificamente no ambiente doméstico de áreas urbanas e rurais, os cães são os principais reservatórios sendo considerado o principal elo da cadeia epidemiológica da doença. Tal afirmação se dá devido ao longo período de incubação da doença nos cães o que faz com que animais aparentemente sadios (assintomáticos) continuem mantendo ativa a cadeia de transmissão da doença. Por esta razão o tratamento dos cães não é permitido pelos órgãos públicos já que os fármacos atualmente empregados no tratamento da Leishmaniose visc eral não eliminam o parasito do organismo do cão. Em razão disso e devido à íntima relação do cão com seus proprietários, manter um animal infectado em áreas receptivas para o vetor é um risco para a população – principalmente crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas.
 
  Um outro ponto importante da profilaxia da doença são as vacinas contra LV canina atualmente em comercialização, entretanto, para renovação de registro seus fabricantes tiveram que executar os estudos de Fase III para análise junto ao Ministério da Agricultura (MAPA) e Ministério da Saúde (MS) e no momento se aguarda a definição dos dois ministérios sobre a conclusão dessa análise. É importante também enfatizar que os fabricantes das vacinas precisam produzir antígenos que não interfiram nos resultados laboratoriais de inquéritos sorológicos, pois nesse caso o impasse continuará, já que não poderemos diferenciar cães vacinados de infectados e nesse contexto. Em face dessas informações, observa-se que o poder público tem investido de maneira fragmentada e desco ntinuada na profilaxia da LV deixando de considerar a associação das estratégias.
 
  Assim, as questões relativas à LV devem ser tratadas pela transversalidade interinstitucional entre MAPA, MS, Ministério do Meio Ambiente, Ministério Público e Conselhos de Medicina Veterinária.
 
•        Revisão, interpretação e padronização dos testes diagnósticos, os quais devem ser licenciados pelo MAPA, em particular, a espécie a que se destine e purificação dos antígenos utilizados e a diluição padrão para determinar a positividade dos cães.
 
•        Reavaliação e normatização da metodologia preconizada pelo MS para os inquéritos amostrais e censitários canino.
 
•        Elaboração de protocolos e fomentar pesquisas referentes à biologia do vetor e o “possível” papel de outros flebotomíneos na cadeia de transmissão.
 
•        Previsão orçamentária para estímulo às pesquisas de validação das atuais medidas de diagnóstico e controle de tratamento do cão com LV.
 
•        Regularização do trânsito e comercialização de cães e gatos, pois como a capacidade de voo do vetor é restrita, a disseminação da doença se dá principalmente pela movimentação dos animais.
 
•        Necessidade de controle populacional e da infecção por Leishmania em cães errantes e semi-domiciliados, sendo obrigatória a identificação dos animais com microchip.
 
•        Adoção de estratégias para o combate da doença em novos reservatórios.
 
•        Cumprimento da notificação compulsória conforme determinação das normas vigentes.
 
•        Imediata liberação dos resultados finais das avaliações dos protocolos da Fase III das vacinas contra LV canina comercializadas no Brasil.
 
•        Reavaliação e normatização das ações de eutanásia dos CCZs (UVZs), incluindo correto destino dos cadáveres.
 
•        Aplicação do Código Sanitário Internacional.
 
Portanto, a elaboração de uma norma por si só não é capaz de mudar uma realidade, sendo necessário o aprimoramento de políticas públicas por meio diálogo entre os órgãos competentes envolvidos e integralização das ações em prol da Saúde Pública em todo seu contexto.
 
  Até que se encontre um fármaco eficaz no tratamento da LV canina, a eutanásia continuará sendo a medida de controle preconizada para o reservatório canino, desde que tenha sido aplicado exames que não deixem duvidas quanto a positividade identificada.
  

Brasília, 15 de dezembro de 2010
 
 
Sistema CFMV/CRMVs
Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária”

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A acupuntura no esporte

Friday, September 17th, 2010

acupuntura cachorro

Com o uso crescente de cavalos e cães no esporte, também há um crescente interesse quanto às terapias complementares e alternativas na assistência médica veterinária.

A utilização da acupuntura para o tratamento de lesões decorrentes de esporte, como dor ou distensão muscular, entorses articulares, entorse de tendão ou do ligamento ou lesões ósseas, pode minimizar o tempo “parado” para a recuperação e o uso de anti-inflamatórios.

É comum que as lesões evidentes decorrentes de esportes resultem de uma cadeia de eventos. Aquilo que é a queixa principal e o sintoma apresentado no momento da consulta ao veterinário não é necessariamente o fato ou o problema que começou a sequência de eventos.

O uso de um tratamento sintomático pode propiciar apenas melhora temporária, havendo recorrência da queixa primária ou o surgimento de novas queixas.

 Uma interação entre a Medicina Tradicional Chinesa e a Medicina Veterinária Ocidental pode dar subsídios para um tratamento mais abrangente.

O segredo para resolver qualquer problema é deduzir e corrigir a fonte, não apenas aliviar o sintoma.

A MTC não se preocupa com agentes específicos de doença ou de lesão, como ocorre com a Medicina Ocidental. Em vez disso, as interações desequilibradas com as influências ambientais, tanto internas quanto externas, são consideradas as causas da doença. O mesmo pode ser dito sobre as influências das doenças nas lesões decorrentes de esporte, porque muitas delas são resultantes de tensões cumulativas nos tecidos enfraquecidos e nas funções imunológicas.

Algumas vezes percebemos problemas em alguns órgãos (deficiência ou excesso de energia nos meridianos) e essas alterações podem ser causadas pelos fatores internos. Emoções sendo somatizadas e causando problemas físicos.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O laser nas afecções tendíneas

Tuesday, September 14th, 2010

laser terapêuticoO tratamento de problemas tendíneos com Laser (Light Amplification by Stimulated Emisison of Radiotion) tem alcançado ótimos resultados em curto espaço de tempo.

O laser terapêutico emite, no máximo, 1 mW (miliwatt) de energia, portanto, seus efeitos são biomodulantes e não térmicos.

O laser aumenta:

*a circulação sanguínea,

*atividade do sistema linfático,

*síntese de DNA e RNA,

*quantidade de fibroblastos,

*liberação de histamina, serotonina e bradicinina,

*nível de endorfinas,

*níveis de óxido nítrico

e diminui:

*velocidade de condução do nervo sensorial,

*reduz a excitabilidade dos receptores da dor,

*estimula a produção de colágeno,

*estimula a fagocitose,

*estimula a liberação de ATP,

*estimula os osteoblastos.

Os tendões consistem quase que inteiramente em feixes de colágeno em arranjo regular e possuem grande força tênsil.

Como o laser estimula a produção de colágeno, tem ação anti-inflamatória e atua na dor. Os resultados alcançados tem sido satisfatórios e rápidos. As lesões nos tendões se fecham, pois colágeno é produzido preenchendo a lesão.

Em lesões grandes, pode-se utilizar a técnica de transplante de células tronco e as seções de laser. Tem-se obtido resultados em 1 mês de tratamento.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Cromoterapia para animais

Monday, August 23rd, 2010

cromoterapia_animaisA cromoterapia é a prática da utilização das cores na cura das doenças. Vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações, como Egito antigo, Índia, Grécia e China com o objetivo de harmonizar o corpo, atuando do nível físico aos mais sutis.

Os adeptos da cromoterapia entendem que cada cor possui uma vibração específica e uma capacidade terapêutica, produz mudanças químicas de forma sutil interferindo no metabolismo quer em nível físico ou emocional.

A cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes na maioria das doenças.

O principal espectro cromático foi classificado da seguinte forma: quente (vermelho, laranja, amarelo e seus tons), frio (azul, índigo, violeta e seus tons) e bivalente (verde e suas nuances).

Podem ser tratados problemas como: apatia, depressão, ansiedade, nervosismo, dermatites, dor, inflamação, infecção, fraturas, problemas musculares…

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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