Posts Tagged ‘gatos’

Seu animal é alérgico?

Monday, November 29th, 2010

cão se coçandoAs alergias alimentares podem afetar qualquer cão ou gato, mas não são tão comuns.

O animal normalmente reage a ingredientes proteicos na comida, como leite ou carne. A reação mais típica em cães é uma coceira se espalhando pelo corpo, enquanto os gatos desenvolvem coceiras na região da face e cabeça. Com menos frequência, a reação é vômito ou diarréia.

Em alguns casos, o animal desenvolve uma reação alérgica mais séria ao alimento e surgem edemas. Os edemas normalmente surgem em 20 a 60 minutos , em torno dos olhos e do focinho.

Se o animal estiver com uma reação muito forte, você normalmente perceberá problemas respiratórios, podendo levar a uma parada respiratória. Trata-se de uma emergência e o animal deve ser levado ao veterinário imediatamente.

A reação alérgica alimentar pode ser facilmente controlada uma vez descoberto e evitado o ingrediente responsável pela alergia.

O processo de eliminação de alimentos indica qual deles exatamente causa problemas. Isso significa fazer com que o animal coma uma dieta que nunca comeu antes. Depois que a pele do animal estiver normal, acrescente à dieta os alimentos suspeitos, um de cada vez para descobrir qual deles provoca a alergia.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Técnicas básicas de primeiros socorros

Monday, November 15th, 2010

cãoQuando pensamos em primeiros socorros para animais domésticos, limitamo-nos a emergências, como um atropelamento, ou um choque, etc. Contudo, todos os donos de animais se deparam com problemas cotidianos, como infecções no ouvido, cortes nas patas ou problemas digestivos.

Frequentemente, você descobrirá que as técnicas de primeiros socorros são úteis. Essas técnicas básicas servem para centenas de situações envolvendo cães e gatos.

E o que é mais importante, em situações realmente dramáticas, elas podem salvar a vida de seu animal.

A contenção do animal tem 3 propósitos: protege a pessoa de ser mordida pelo animal; restringe os movimentos do animal, impedindo que o machucado piore e faz com que o animal fique parado para ser examinado e medicado.

A ressuscitação cardiopulmonar combina a respiração artificial com a compressão externa do coração, o que ajuda a movimentar o sangue pelo corpo, quando o coração para de bater.

Sempre que a pele se rompe, bactérias ou qualquer outro material estranho, até mesmo o pêlo podem contaminar a ferida e potencialmente causar infecção. O sangramento é um mecanismo de limpeza natural, que ajuda a eliminar a substância perigosa. Não limpe feridas com sangramento abundante, porque isso apenas fará com que sangrem mais.

Quer saber mais sobre primeiros socorros? Estão abertas as inscrições para o curso online de Primeiros socorros para cães e gatos. Basta clicar: www.vettherapy.com.br

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O que fazer em casos de asfixia?

Saturday, November 6th, 2010

gatoA asfixia acontece quando o ar não consegue chegar aos pulmões. Os gatos, particularmente, gostam de brincar com sacos plásticos e, se não conseguem rasgá-los com as garras, podem sufocar rapidamente. Eles também podem enroscar suas coleiras ou se enroscar em cordas de persianas até se asfixiarem, enquanto que os cachorros se atrapalham com as guias. Um animal pode se asfixiar ao ficar exposto a vapores tóxicos, como fumaça ou monóxido de carbono, ao ter um corpo estranho na garganta.

Durante a asfixia, o animal se esforça para respirar, normalmente esticando o pescoço. Ele ficará inconsciente rapidamente e deixará de respirar, e suas gengivas e língua ficarão azuis pela falta de oxigênio. Um atendimento imediato é a única coisa que pode salvar a vida do animal:

1- Leve-o para o ar fresco: o melhor tratamento para fumaça é levar o animal para o ar fresco. Ao contrário de outros tipos de asfixia, as gengivas e a língua do seu animal ficarão vermelhas.

2- Livre-o do elemento sufocante: se o animal estiver sufocando com um plástico, rasgue ou corte o material em torno do focinho dele.

3- Libere as vias aéreas: os animais frequentemente ficam com objetos presos na garganta e sufocam. Tente puxar o objeto para fora com as mãos ou com alicate.

4- Estique o pescoço: se o animal não começar a respirar espontaneamente, estique seu pescoço de modo que a garganta não fique curva, segure a língua dele e delicadamente puxe-a para fora para que libere o fundo da garganta.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Choque elétrico em animais, o que fazer?

Monday, November 1st, 2010

tomadaO choque elétrico geralmente acontece em filhotes, porque eles mastigam qualquer coisa, incluindo fios elétricos e de telefone.

Os choques elétricos mais graves podem provocar convulsões ou parar o coração, e os danos podem ser insidiosos, porque aparecem lentamente, às vezes levando a um batimento cardíaco irregular ou a dificuldades na respiração, muitos dias após o acidente.

A maioria dos choques que acontecem em um ambiente doméstico está muito longe dessa gravidade. O animais ficarão com queimaduras nos lábios, nos cantos da boca ou na língua, então veja o que fazer:

1- Desligue a energia – a corrente elétrica geralmente provoca espasmos musculares, tornando impossível que os animais larguem o fio que estiverem mordendo.

2- Se ele estiver com convulsão cubra a cabeça dele com uma toalha escura para protegê-lo da luz e do barulho, isso poderá ajudar para que a convulsão acabe mais rápido.

3- Mantenha o animal quieto – o estresse faz com necessite de mais oxigênio e ele pode ter dificuldade para respirar.

4- Dê gelo para ele – o gelo pode aliviar a dor de queimaduras na boca, você pode colocar o gelo na água para beber.

5- Trate as queimaduras – queimaduras na boca podem levar algum tempo para cicatrizar, verifique se estão limpas e bata os alimentos no liquidificador para facilitar a alimentação.

Vet Therapy - Dra. Cynara Campanati

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Cuidados com carrapatos

Monday, October 25th, 2010

cachorro Os carrapatos afetam muito mais os cães do que os gatos porque estes tendem a retirá-los quando se limpam, a não ser que não consigam alcançá-los. Os carrapatos permanecem na pele do animal por dias, enquanto sugam seu sangue.

No corpo do animal, as partes com poucos pêlos e difícies de alcançar, como as orelhas, as axilas e entre os dedos, são os alvos preferidos dos carrapatos, mas eles podem ser encontrados em qualquer outro lugar. Na maior parte das vezes, o animal nem mesmo sentirá a picada, elas quase nunca infeccionam.

Os carrapatos carregam seus próprios minúsculos parasitas (protozoários e bactérias), que podem causar doenças muito graves em animais e seres humanos, uma vez que penetram na corrente sanguínea.

É por isso que é tão importante remover os carrapatos o quanto antes. A retirada do carrapato pode ser feita com a aplicação tópica de produto carrapaticida ou manualmente. Na retirada manual, não use os dedos para tirá-lo, use uma pinça com pontas redondas. Coloque luvas descatáveis e tome cuidado para não esmagar o corpo do carrapato quando retirá-lo, para que não haja contaminação. Agarre o corpo bem próximo à pele e às peças bucais do carrapato e puxe-o para fora, em linha reta, lenta e suavemente, isso fará com que as peças bucais se soltem mais facilmente.

Não se preocupe se a cabeça se soltar e ficar enfiada na pele, isso quase nunca acontece, mas se acontecer, não deverá causar problemas para a maioria dos animais.

Jogue o carrapato em uma vasilha com álcool, ou dentro do vaso sanitário e dê descarga.

Lave o local da picada com sabão líquido antisséptico. Aplique uma pomada antibiótica.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O que é e como evitar a raiva

Monday, October 11th, 2010

cãoMuito tem se falado quanto a suspensão da vacinação de animais contra raiva devido a problemas com a vacina, mas o que realmente é a raiva? Você sabe como ela é transmitida? Quais os sintomas?

A raiva é uma doença infecciosa aguda que acomete os mamíferos (homem e animais), causada por um vírus que se multiplica e se propaga (via nervos periféricos) até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica.

A forma mais comum de transmissão é através do contato com a saliva do animal contaminado, seja através de mordedura ou lambedura. As arranhaduras também têm potencial de contaminação, devido à salivação intensa dos animais doentes.

A fonte de infecção é o animal infectado com o vírus rábico. Em áreas urbanas,  é principalmente o cão (quase 85% dos casos) seguido pelos gatos. Em zonas rurais, além dos cães e gatos, morcegos, macacos, bovinos, equinos, caprinos, ovinos. Os animais silvestres são os reservatórios naturais para animais domésticos.

A transmissão se dá antes do aparecimento dos sintomas e durante o período da doença. No cão e no gato este período se inicia de 5 a 3 dias antes do aparecimento dos sintomas.

Nos animais a doença se desenvolve em um período de 21 dias a 2 meses após a contaminação e apresentam 2 formas: a furiosa e a paralítica. A furiosa caracteriza-se por inquietação, tendência ao ataque, anorexia, posteriormente coma e morte. Na paralítica o animal tende a se isolar e se esconder em locais escuros, apresenta paralisia nas patas traseiras que leva a morte.

Para prevenir é necessária a vacinação anual. Com a falta da vacina, tome alguns cuidados: não deixe seu animal ter contato com animais desconhecidos e não o deixe solto na rua.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Agressão em cães e gatos

Thursday, September 30th, 2010

gato agressivoPor definição, a agressão é uma ameaça ou ação lesiva dirigida a outrem. Existem numerosos tipos funcionais identificados. Geralmente recaem em uma de duas classes: agressão ofensiva ou agressão defensiva.

A agressão ofensiva é uma tentativa não provocada de conseguir alguma vantagem à custa de outrem e inclui dominância social. Agressão entre machos, entre fêmeas e predatória.

A agressão defensiva é exercida por uma vítima em direção a outro indivíduo, percebido como um instigador ou ameaça e inclui agressão induzida por medo, agressão de conflito, defesa territorial, protetora, médica (dor) e maternal.

•A agressão pode ser uma resposta anormal, dado o contesto da situação. Áreas do cérebro envolvidas na agressão incluem o hipotálamo, o sistema límbico e o córtex frontal. Tônus serotoninérgico (pertinente aos neurônios que liberam serotonina como um neurotransmissor) alterado pode contribuir para o comportamento agressivo.

•Pode ser influenciada pela genética, experiência, ou, o que é mais provável, ser decorrência de uma combinação de ambas.

•Pode ser uma manifestação de uma anormalidade orgânica.

Fatores que contribuem para o problema:

•Carência de socialização adequada

•Experiência negativa, traumática

•Ficar acorrentado

•Não castrado

•Encorajamento ou treinamento para agressão

•Linhagem agressiva

•Qualquer condição que cause dor, desconforto, irritabilidade

•Qualquer condição que afete a função neurológica

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Insuficiência renal em animais

Monday, September 20th, 2010

cãoA insuficiência renal pode ser aguda, é caracterizada pelo início súbito com queda abrupta da filtração nos rins, acúmulo de toxinas urêmicas e desregulação de fluídos, eletrólitos e do balanço ácido-básico ou crônica que é resultante de uma doença renal primária que persiste durante meses ou anos; caracterizada por disfunção renal irreversível que tende a se deteriorar progressivamente durante meses ou anos.

Os sinais clínicos são: início súbito de anorexia, apatia, vômito, diarréia, halitose, ataxia, oligúria, anúria ou poliúria, perda de peso.

Na IRA (insuficiência renal aguda) a condição  corporal e dos pêlos são normais, depressão, desidratação, ulceração oral, glossite, necrose na língua, hálito urêmico, hipotermia, febre, taquipnéia, bradicardia, vesícula urinária não palpável e rins firmes, doloridos e aumentados.

Na IRC (insuficiência renal crônica os rins estão pequenos e irregulares ou (aumentados secundário a doença renal policística ou linfoma), desidratação, caquexia, palidez de membranas mucosas, ulceração oral, hálito com odor urêmico, constipação, retinopatia hipertensiva, osteodistrofia renal.

As causas podem ser muitas: choque, hipertensão maligna, insuficiência cardíaca, antiinflamatórios não-esteroidais, antimicrobianos (aminoglicosídeos, sulfonamida e cefalosporina), agentes quimioterápicos, veneno de cobra ou inseto, leptospirose, insuficiência hepática, etc.

O tratamento é de suporte do paciente, dieta com teores reduzidos de proteína, fósforo e sódio, hemodiálise, transplante de células tronco.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A acupuntura no esporte

Friday, September 17th, 2010

acupuntura cachorro

Com o uso crescente de cavalos e cães no esporte, também há um crescente interesse quanto às terapias complementares e alternativas na assistência médica veterinária.

A utilização da acupuntura para o tratamento de lesões decorrentes de esporte, como dor ou distensão muscular, entorses articulares, entorse de tendão ou do ligamento ou lesões ósseas, pode minimizar o tempo “parado” para a recuperação e o uso de anti-inflamatórios.

É comum que as lesões evidentes decorrentes de esportes resultem de uma cadeia de eventos. Aquilo que é a queixa principal e o sintoma apresentado no momento da consulta ao veterinário não é necessariamente o fato ou o problema que começou a sequência de eventos.

O uso de um tratamento sintomático pode propiciar apenas melhora temporária, havendo recorrência da queixa primária ou o surgimento de novas queixas.

 Uma interação entre a Medicina Tradicional Chinesa e a Medicina Veterinária Ocidental pode dar subsídios para um tratamento mais abrangente.

O segredo para resolver qualquer problema é deduzir e corrigir a fonte, não apenas aliviar o sintoma.

A MTC não se preocupa com agentes específicos de doença ou de lesão, como ocorre com a Medicina Ocidental. Em vez disso, as interações desequilibradas com as influências ambientais, tanto internas quanto externas, são consideradas as causas da doença. O mesmo pode ser dito sobre as influências das doenças nas lesões decorrentes de esporte, porque muitas delas são resultantes de tensões cumulativas nos tecidos enfraquecidos e nas funções imunológicas.

Algumas vezes percebemos problemas em alguns órgãos (deficiência ou excesso de energia nos meridianos) e essas alterações podem ser causadas pelos fatores internos. Emoções sendo somatizadas e causando problemas físicos.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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5 itens domésticos que podem fazer mal ao animal

Monday, August 2nd, 2010

Existem muitos perigos em casa que podem machucar o animal. A curiosidade e o senso de exploração podem fazer com que eles ingiram produtos tóxicos:

1- Medicamentos – tanto humano como veterinário, quando ingeridos e em grande quantidade podem levar a morte o animal.

2- Comida humana – alguns alimentos são tóxicos para os animais. Para saber quais veja o E-book: produtos e plantas tóxicas para cães e gatos.

3- Plantas – muitas das plantas que se tem em casa são tóxicas. Para saber quais veja o E-book: produtos e plantas tóxicas para cães e gatos.

4- Raticidas e inseticidas – altamente tóxicos e podem levar a óbito rapidamente.

5- Produtos de limpeza – muitos desses produtos são tóxicos, tanto para os animais como para os seres humanos. Para evitar acidentes guarde-os fora do alcance e muito bem tampados.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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