Posts Tagged ‘gato’

Atividades para gatos

Tuesday, July 27th, 2010

gato brincandoOs gatos são menos ativos que os cães. Algumas pesquisas calculam que os gatos dormem de 16 a 18 horas por dia. Quem tem gato concorda que eles gostam de cochilar. Mesmo que o seu gato seja dorminhoco, ele precisa de exercícios para se manter saudável e gastar energia.

O gato com muita energia fica entediado e então estragar os móveis, derrubar coisas das estantes, vasculha a lata do lixo. Os filhotes andam pela casa, sobem e descem dos móveis, andam em torno da mesa e perto das paredes. Alguns gatos precisam de motivação para se exercitar.

Existe no mercado muitos brinquedos que estimulam o gato a brincar. Os brinquedos amarrados a um bastão, bolas, ratinhos, lanternas, etc.

A perseguição é outro bom jogo. Basta ir atrás do seu gatinho até que comece a correr, então persiga-o pela casa.

Deixe sempre brinquedos à disposição do gato pela casa e no horário em que você estiver presente brinque com ele por alguns minutos, isso irá estimulá-lo.

Vet Therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Animais X Fogos – o que fazer?

Wednesday, June 16th, 2010

cãoA copa já começou e ontem foi o jogo da seleção do Brasil. Como sempre é costume dos torcedores tocarem cornetas e soltarem fogos de artifício. O problema é que os animais têm medo do barulho excessivo.

E o que fazer para driblar o medo dos animais?

1- se o animal se esconder embaixo da cama ou de algum outro móvel deixe-o lá;

2- não faça carinho ou pegue no colo o animal após ele tremer de medo. Isso fará com que ele continue a ter medo de barulho (reforça o comportamento indesejado);

3- tente distrai-lo com brincadeiras que ele goste e sempre que ele brincar e esquecer do medo pode ser dado um petisco;

4- podem ser administrados calmantes naturais (como os que são a base de maracuja, entre outros);

5- medicamentos mais fortes só podem ser administrados com prescrição médica.

Tomando esses cuidados bom jogo!

Vet Therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Como cuidar de cães e gatos no inverno

Monday, June 14th, 2010

Cão com roupaO inverno nem chegou, mas as temperaturas já começam a cair. Nessa época do ano, assim como os humanos, os animais também sofrem com o frio, e para que eles fiquem bem, alguns cuidados são necessários.

Com as baixas temperaturas, nenhum animal deve dormir ao relento e a maioria deve ficar bem agasalhada. Não é aconselhado cortar o pêlo.

No frio, os animais ficam mais propensos a terem doenças respiratórias e, por isso, evitar sair com eles de casa nos dias mais gelados. Providenciar cama, cobertor e roupas para ele dormir.

Para os banhos procurar dos dias com sol e mais quentes e os pêlos devem ser bem secos, pois a umidade pode provocar várias doenças.

A vacina é outro ponto importante, elas devem ser dadas dentro do prazo certo, pois com as baixas temperaturas e em alguns lugares o tempo seco a disseminação de doenças aumenta.

Se o animal tem problemas ósseos, musculares e/ou articulares, a fisioterapia e a acupuntura irão ajudá-lo a enfrentar o frio sem dores. Alguns animais que têm problema de coluna chegam a perder os movimentos dos membros. Então prevenir é o melhor remédio.

Vet Therapy – Cynara Campanati 

  • Share/Bookmark

A comunicação dos animais

Friday, June 11th, 2010

cãoA faculdade da linguagem humana é o traço principal que nos distingue de outros seres do reino animal.

Nesse sentido, pesquisadores acreditam que um dia os animais irão adquirir nossa forma de comunicação, em especial, a linguagem, porém são unânimes ao relatar as muitas peculiaridades que deveriam ser adquiridas para tal, pois os animais possuem limitações anatômicas que os impedem do tipo de comunicação humana.

Apesar dessas limitações, no entanto, resultados advindos de estudos sobre comunicação animal têm surpreendido cada vez mais a comunidade acadêmica ao mostrar que os processos de comunicação entre eles são extremamente sofisticados tendo, muitas vezes, uma incrível semelhança com as  formas de comunicação humana.

Cada animal comunica-se com outros de sua ou de outra espécie através de mecanismos que são característicos dentro de seus respectivos grupos.

É inquestionável a capacidade que os animais têm de conhecer muito bem cada um destes gestos, odores ou sons e de diferenciá-los uns dos outros, conhecendo os seus significados exatos.

Nesse contexto, sabe-se que a comunicação entre os animais pode ser visual, táctil, química e sonora.

Alguns animais usam dessas formas de comunicação para sua própria identificação, para atrair fêmeas, para fugir ou afugentar predadores ou, até mesmo, para estabelecer hierarquias sociais ou demarcar territórios.

Vet Therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Acidentes com animais.

Monday, May 31st, 2010

No dia a dia de uma clínica veterinária são comuns atendimentos de animais acidentados. Atropelamentos, quedas, ingestão de produtos tóxicos, mordidas…

O animal é como uma criança, um pouco de distração e eles estão onde não deveriam estar.

É comum o cão ou o gato ser atropelado pelo próprio dono ao sair de casa, crianças deixarem animais trancados no carro e eles morrerem sufocados. Engolirem objetos prejudiciais à saúde ao comerem os sapatos, sacos plásticos, linhas…

Alguns cuidados básicos podem salvar a vida de seu animal, confira algumas dicas:

1- nunca deixe sapatos ou chinelos pela casa;

2- ao sair de carro sempre olhe se eles não estão dormindo embaixo do veículo;

3- não deixe ao alcance deles sacos plásticos, pincipalmente se estavam com comida e fios de linha, barbante…

4- se mora em apartamento, coloque tela nas janelas ou as mantenha fechadas;

5- ao sair de casa verifique se os animais estão em local seguro para que não saiam correndo para rua ao abrir o portão;

6- nunca transporte um animal amarrado a caçamba de camionetes e fora da caixa de transportes.

Alguns cuidados simples podem evitar muitos transtornos.

Vet therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Seu animal é feliz?

Friday, May 28th, 2010

cãoComo saber se nosso animal é feliz?

Muitas vezes pensamos que se damos amor, comida, carinho, o animal está bem e feliz. Infelizmente, isso não é verdade. Então o que faz nosso animal feliz?

Além de tudo isso, o animal precisa viver de acordo com sua natureza e seus instintos. Se na natureza o animal vive em sociedade, em grupo e em casa ele fica o dia todo sozinho, com certeza ele ficará doente e triste, o contrário também é verdadeiro se você coloca um animal cujo instinto seja viver sozinho em um local com muitos animais, ele também não se sentirá bem.

Imagem um Border Collie, cujo instinto é trabalhar, fechado em um apartamento ou uma casa com quintal pequeno. Ele não tem o que fazer e começa a ficar frustrado.

Muitos problemas de comportamento são os animais dizendo: “olha, não estou bem, estou infeliz com meu estilo de vida”. Precisamos gastar um pouco de nosso tempo e estudar a raça do animal, como ele viveria solto na natureza e o que estamos oferecendo a eles.

O fato do animal correr ao seu encontro latindo e abanando o rabo nem sempre significa que ele está feliz.

Pense nisso!

Vet Therapy – Cynara Campanati 

  • Share/Bookmark

Gato doméstico – uma longa história

Monday, May 24th, 2010

gatoO gato doméstico é muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeira alimentar é um predador natural de diversos animais como roedores, pássaros e lagartixas.

A primeira associação com os humanos que se tem notícia ocorreu há cerca de 9500 anos, mas a domesticação é muito mais antiga.

Eles são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio.

Quando as populações deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Nesse momento os gatos passaram a fazer parte do cotidiano do ser humano.

Registros encontrados no Egito, como gravuras e estaturas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5000 anos. O amor deles pelos gatos era tão grande que havia leis que proibiam que os gatos fossem exportados.

Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia e ainda continuam sendo utilizados por agricultores.

Existem 34 raças de gatos.

Vet Therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Seu animal se lambe em excesso?

Friday, May 21st, 2010

gato se lambendoLamber-se é um comportamento normal de cuidar da pelagem em cães e gatos e muitas vezes é utilizado como comportamento apaziguador em cães.

Mas quando esse “lamber” torna-se excessivo?

O lamber-se excessivamente pode ser dirigido ao próprio animal, em geral resultando em lesões de pele ou perda de pêlos, ou pode ser direcionado a pessoas e a outros animais.

A lambedura excessiva pode ser um comportamento de busca de atenção, um transtorno compulsivo ou relacionado a prurido.

Pode ser devido a doença dermatológica, dor, irritação, ansiedade ou transtornos compulsivos.

O ato de lamber-se pode consumir grande parte do tempo disponível do animal. Pode ser dirigido a objetos no ambiente, a ele mesmo ou a outros animais ou humanos.

Em primeiro lugar é preciso descobrir a causa, um exame clínico faz-se necessário para o diagnóstico e então o protocolo de tratamento. Para se obter êxito no tratamento, a causa do problema deve ser eliminada, sejam problemas dermatológicos, dor, comportamental…

Vet Therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Seu animal tem o hábito de ingerir fezes? Veja porque.

Monday, May 3rd, 2010

Coprofagia é a ingestão de fezes. Esse comportamento é mais observado em cães e a princípio ocorre com a ingestão de suas próprias fezes ou as de outro animal. Há diferentes motivações para esse comportamento. Envolver-se com coprofagia é normal para a maioria dos cães, embora possa ser considerado ofensivo por parte dos humanos.

Durante as primeiras semanas de vida, é necessário e normal que a mãe faça estimulação anogenital para estimular a excreção dos filhotes. Ela consome, então, as excretas fecais e urinárias à medida que os filhotes as eliminam, providenciando um modo de manter o ninho limpo até que os filhotes estejam andando.

Animais jovens utilizam vários sentidos para juntar informações sobre seu meio ambiente. Provar fezes pode ser parte desse comportamento exploratório normal. Cães em um ambiente empobrecido (ambientes vazios por longos períodos) podem usar a coprofagia como uma válvula de escape exploratória.

Embora seja difícil para os humanos compreenderem, o cão pode achar a ingestão de material fecal recompensadora, devido a seu cheiro, sabor, textura, etc. Isso pode ser particularmente verdadeiro com relação ao material fecal de gatos, pelo qual os cães têm preferência para consumo.

Cães com aumento de apetite podem buscar material fecal como meio de saciar seu apetite excessivo. Condições de má absorção, dieta inadequada,  podem necessitar de nutrientes adicionais.

Os cães podem descobrir que a coprofagia resulta na imediata atenção do dono e subsequentemente usam o comportamento para obtê-la.

Embora raro, alguns cães praticam coprofagia como manifestação oral de um transtorno compulsivo.

Vet Therapy – Cynara Campanati

  • Share/Bookmark

Cães não deveriam comer comida de gato e vice versa

Wednesday, March 24th, 2010

Se você tiver um gato e um cachorro em lugar fechado, então você já os pegou roubando comida um do outro de vez em quando. Para ambos os animais, um pequeno lanche da outra tigela de comida não é uma transação grande. Porém, um gato que só come comida de cachorro ou um cachorro que realmente desfruta comida de gato pode ter problemas. Assim, antes de você negligenciar seu cão comendo da tigela do gato, há alguns coisas para considerar. Se o hábito já começou, então você precisa trabalhar em modos para parar isto. 

É importante que você perceba que gatos e cachorros têm certas (i.e. diferente) exigências nutricionais. Se isso não fosse o caso, então você poderia achar no geral alimentos para pet em supermercados e pet shops. Gatos requerem taurina na dieta deles, mas eles não podem produzir taurina em seu organismo. Uma falta de taurina pode causar problemas oculares severos em gatos, conduzindo eventualmente a cegueira. Perda de dentes e pêlos também são efeitos colaterais de insuficiência de taurina. Na vida selvagem, um gato adquirirá taurina comendo outro animal. Comida de gato (seca e molhada) tem que conter taurina. Por outro lado, cães podem produzir taurina, eles não precisam de taurina adicional nas dietas deles.

Assim, a maioria das comidas de cachorro não contém taurina. Se você alimentar um gato com comida de cachorro, então problemas de saúde irreversíveis surgirão. 

Gatos também requerem mais proteína nas dietas deles que cachorros, e a comida deles tem frequentemente conteúdo calórico e de gordura mais alto. Para um cachorro que come comida de gato, ele está consumindo mais calorias que deve. Sim, a comida pode estar gostosa, mas pode causar obesidade. Muitos cães também experimentam problemas digestivos ao comer comida de gato; embora, não sejam problemas sérios.  

Se o cachorro achar a comida do gato gostosa, então ele pode recusar a própria comida dele. Não há problema deixar um cachorro provar um ou outro grão da comida do gato, ás vezes, mas um cachorro não deveria ser alimentado uma dieta de gato e vice-versa. 
Se seu pet já desenvolveu o hábito de compartilhar comida, então você precisa parar com esse hábito o mais cedo possível.

Se você não puder manter os dois longe de um ao outro comida, então você vai ter que reestruturar seu horário de alimentação. A coisa mais fácil para fazer é alimentar ambos os animais ao mesmo tempo. Você pode querer os alimentar em áreas diferentes de sua casa, os mantendo longe de um ao outro enquanto eles comerem. Uma vez que o animal teve o abastecimento deles de comida, então remova a comida até a próxima refeição. Para manter distante o cachorro, pode usar você um portão ou coloque a comida do gato no alto. Para manter distante um gato, você pode ter que achar um impedimento para colocar ao redor da comida.

Brigitte Smith

  • Share/Bookmark