Posts Tagged ‘cuidados’

Cuidados com carrapatos

Monday, October 25th, 2010

cachorro Os carrapatos afetam muito mais os cães do que os gatos porque estes tendem a retirá-los quando se limpam, a não ser que não consigam alcançá-los. Os carrapatos permanecem na pele do animal por dias, enquanto sugam seu sangue.

No corpo do animal, as partes com poucos pêlos e difícies de alcançar, como as orelhas, as axilas e entre os dedos, são os alvos preferidos dos carrapatos, mas eles podem ser encontrados em qualquer outro lugar. Na maior parte das vezes, o animal nem mesmo sentirá a picada, elas quase nunca infeccionam.

Os carrapatos carregam seus próprios minúsculos parasitas (protozoários e bactérias), que podem causar doenças muito graves em animais e seres humanos, uma vez que penetram na corrente sanguínea.

É por isso que é tão importante remover os carrapatos o quanto antes. A retirada do carrapato pode ser feita com a aplicação tópica de produto carrapaticida ou manualmente. Na retirada manual, não use os dedos para tirá-lo, use uma pinça com pontas redondas. Coloque luvas descatáveis e tome cuidado para não esmagar o corpo do carrapato quando retirá-lo, para que não haja contaminação. Agarre o corpo bem próximo à pele e às peças bucais do carrapato e puxe-o para fora, em linha reta, lenta e suavemente, isso fará com que as peças bucais se soltem mais facilmente.

Não se preocupe se a cabeça se soltar e ficar enfiada na pele, isso quase nunca acontece, mas se acontecer, não deverá causar problemas para a maioria dos animais.

Jogue o carrapato em uma vasilha com álcool, ou dentro do vaso sanitário e dê descarga.

Lave o local da picada com sabão líquido antisséptico. Aplique uma pomada antibiótica.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O que é e como evitar a raiva

Monday, October 11th, 2010

cãoMuito tem se falado quanto a suspensão da vacinação de animais contra raiva devido a problemas com a vacina, mas o que realmente é a raiva? Você sabe como ela é transmitida? Quais os sintomas?

A raiva é uma doença infecciosa aguda que acomete os mamíferos (homem e animais), causada por um vírus que se multiplica e se propaga (via nervos periféricos) até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica.

A forma mais comum de transmissão é através do contato com a saliva do animal contaminado, seja através de mordedura ou lambedura. As arranhaduras também têm potencial de contaminação, devido à salivação intensa dos animais doentes.

A fonte de infecção é o animal infectado com o vírus rábico. Em áreas urbanas,  é principalmente o cão (quase 85% dos casos) seguido pelos gatos. Em zonas rurais, além dos cães e gatos, morcegos, macacos, bovinos, equinos, caprinos, ovinos. Os animais silvestres são os reservatórios naturais para animais domésticos.

A transmissão se dá antes do aparecimento dos sintomas e durante o período da doença. No cão e no gato este período se inicia de 5 a 3 dias antes do aparecimento dos sintomas.

Nos animais a doença se desenvolve em um período de 21 dias a 2 meses após a contaminação e apresentam 2 formas: a furiosa e a paralítica. A furiosa caracteriza-se por inquietação, tendência ao ataque, anorexia, posteriormente coma e morte. Na paralítica o animal tende a se isolar e se esconder em locais escuros, apresenta paralisia nas patas traseiras que leva a morte.

Para prevenir é necessária a vacinação anual. Com a falta da vacina, tome alguns cuidados: não deixe seu animal ter contato com animais desconhecidos e não o deixe solto na rua.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Cuidados com animal com o tempo seco

Thursday, August 26th, 2010

cão com mascaraO tempo seco requer cuidados com a saúde. Assim como os seres humanos, os animais também sofrem e adoecem com o tempo seco.

Quando a umidade do ar está baixa problemas respiratórios, alérgicos, de pele, doenças transmitidas pelo ar costumam aparecer e alguns cuidados são necessários:

1- não deixe para depois a vacinação do animal

2- ofereça sempre água limpa e fresca

3- mantenha a higiene doméstica

4- pode-se utilizar umidificadores de ar, toalhas molhadas ou baldes com água para melhorar a umidade do ambiente

5- evite atividades físicas das 10:00 às 17:00 horas

6- evite banhos com água muito quente

Caso o animal apresente algum sinal de que não está bem procure um veterinário rapidamente.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Como cuidar de cães e gatos no inverno

Monday, June 14th, 2010

Cão com roupaO inverno nem chegou, mas as temperaturas já começam a cair. Nessa época do ano, assim como os humanos, os animais também sofrem com o frio, e para que eles fiquem bem, alguns cuidados são necessários.

Com as baixas temperaturas, nenhum animal deve dormir ao relento e a maioria deve ficar bem agasalhada. Não é aconselhado cortar o pêlo.

No frio, os animais ficam mais propensos a terem doenças respiratórias e, por isso, evitar sair com eles de casa nos dias mais gelados. Providenciar cama, cobertor e roupas para ele dormir.

Para os banhos procurar dos dias com sol e mais quentes e os pêlos devem ser bem secos, pois a umidade pode provocar várias doenças.

A vacina é outro ponto importante, elas devem ser dadas dentro do prazo certo, pois com as baixas temperaturas e em alguns lugares o tempo seco a disseminação de doenças aumenta.

Se o animal tem problemas ósseos, musculares e/ou articulares, a fisioterapia e a acupuntura irão ajudá-lo a enfrentar o frio sem dores. Alguns animais que têm problema de coluna chegam a perder os movimentos dos membros. Então prevenir é o melhor remédio.

Vet Therapy – Cynara Campanati 

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Cuidados com pacientes imóveis

Friday, April 30th, 2010

Animais feridos são frequentemente incapazes de se movimentar ou mudar de posição dentro da ciaxa deles. Alternado decúbito direito, esternal e lateral esquerdo a cada 4 horas é recomendado para pacientes imóveis. Ajudas de reposicionamento frequentes previnem atelectasia e agrupamento de secreções em segmentos de pulmão dependentes. Porque a posição influencia a distribuição de fluxo de sangue para os pulmões, posições de corpo variáveis alteram as relações de ventilação/perfusão dentro dos pulmões. 
 
Quando um paciente é posicionado com segmento pulmonar comprometido, aquele pulmão recebe fluxo de sangue aumentado, enquanto resultando em uma má combinação de ventilação/perfusão aumentado e contusões ou pneumonia estão presentes, enquanto posicionando o paciente com o pulmão bom melhora a oxigenação limitando a má combinação de ventilação/perfusão e melhora a troca gasosa. 
 
Mudanças de posição frequentes junto com roupa de cama confortável também ajuda reduzir o risco de pressionar feridas, edemas nos membros e enrigecimento de músculos e articulações. Reposicionamento é uma técnica de reabilitação física simples que deveria ser empregada em todos os pacientes imóveis.  

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Cuidados com pacientes imóveis

Friday, January 29th, 2010

A posição influencia a distribuição de sangue para os pulmões. Mudança de posição do corpo altera as relações de ventilação/perfusão dentro dos pulmões.

É recomendado alterar lado direito, esternal e esquerdo para descanso a cada 4 horas para pacientes imóveis.

Padrões repiratórios alterados junto com imobilidade podem conduzir a atelectasia, acúmulo de secreções respiratórias e pneumonia.

A tosse é o mais importante mecanismo de defesa para eliminar secreções retidas.

Vet Therapy

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