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Faça alguma coisa! Denuncie!

Thursday, October 13th, 2011

maus_tratos_animaisVi esse documento na WSPA e achei importante compartilhar. Precisamos acabar com os maus tratos contra os animais. Veja como fazer uma denúncia:

Documento sobre denúncia de maus-tratos ou crueldade contra animais.

Quando o assunto é denúncia de maus-tratos ou crueldade contra animais, o Brasil possui legislação

pertinente e autoridades competentes que são responsáveis pela manutenção da lei e punição de crimes.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados,

silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. – vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes

Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

É possível denunciar também ao órgão público competente de seu município, para o setor que responde aos

trabalhos de vigilância sanitária, zoonoses ou meio ambiente. Lembrando que cada município tem legislação

diferente, portanto caso esta não contemple o tema maus tratos pode utilizar a Lei Estadual ou ainda recorrer

a Lei Federal.

 

 

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Constituição Federal Brasileira

 

stituiConsConstituição Federal BrasileiraConstituição Federal BrasileiraArt. 23. È competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;

VII – preservar as florestas, a fauma e a flora;

Art. 225. Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

§ 1.º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público:

VII – proteger o Meio Ambiente adotando iniciativas como: proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou 

 

submetam os animais à crueldade.”

A denúncia pode ser feita nas delegacias comuns ou nas especializadas em meio-ambiente. Também podese denunciar diretamente no Ministério Público ou no Ibama.

Como proceder nas delegacias

- Cumpre à autoridade policial receber a denúncia e fazer o boletim de ocorrência. O policial que se negar a agir estará cometendo crime de prevaricação (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal – art. 319 do Código Penal). Caso isso aconteça, há como queixar-se ao Ministério Público ou à Corregedoria da Polícia Civil.

- Assim que o escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Negando-se a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o de que pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no Art. 329 do Código Penal Brasileiro para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

- Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).

- Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, laudo ou atestado veterinário, nome das testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.

Dica: ao ir à delegacia, procure levar por escrito o art.32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n.º 9.605 de 1998), uma vez que, infelizmente, há policiais que não estão cientes do conteúdo dessa lei.

Saiba que você não será o autor do Processo Judicial que for aberto a pedido do delegado. O Decreto 4645/1934 reza em seu artigo 1º – “Todos os animais existentes no país são tutelados do Estado” . Logo, uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, ou elaborado TCO, o Delegado o encaminhará ao juízo para abertura da competente ação penal onde o Autor da ação será o Estado.

 

 

 

Como proceder no Ministério Público

- O Ministério Público é quem tem a autoridade para propor ação contra os que desrespeitam a Lei de Crimes Ambientais. Sendo assim, pode-se fazer a denúncia diretamente no MP, o que agiliza muito o processo.

- Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).

- Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.

Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis)

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo email para

 

 

linhaverde.sede@ibama.gov.br 

 

 

O Ibama as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.

Considerações finais

Note que o autor do processo judicial será o estado e não você. Sendo assim, não tema denunciar. As organizações não-governamentais possuem um papel importante e insubstituível na sociedade. Porém, exerça a sua cidadania. Não se cale frente aos crimes contra os animais e o meio ambiente, e exija das autoridades responsáveis as providências previstas por lei.

Clique no botão curtir desse artigo, parte da renda será destinada a ajudar os animais.

Fonte: www.wspabrasil.org

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O laser nas afecções tendíneas

Tuesday, September 14th, 2010

laser terapêuticoO tratamento de problemas tendíneos com Laser (Light Amplification by Stimulated Emisison of Radiotion) tem alcançado ótimos resultados em curto espaço de tempo.

O laser terapêutico emite, no máximo, 1 mW (miliwatt) de energia, portanto, seus efeitos são biomodulantes e não térmicos.

O laser aumenta:

*a circulação sanguínea,

*atividade do sistema linfático,

*síntese de DNA e RNA,

*quantidade de fibroblastos,

*liberação de histamina, serotonina e bradicinina,

*nível de endorfinas,

*níveis de óxido nítrico

e diminui:

*velocidade de condução do nervo sensorial,

*reduz a excitabilidade dos receptores da dor,

*estimula a produção de colágeno,

*estimula a fagocitose,

*estimula a liberação de ATP,

*estimula os osteoblastos.

Os tendões consistem quase que inteiramente em feixes de colágeno em arranjo regular e possuem grande força tênsil.

Como o laser estimula a produção de colágeno, tem ação anti-inflamatória e atua na dor. Os resultados alcançados tem sido satisfatórios e rápidos. As lesões nos tendões se fecham, pois colágeno é produzido preenchendo a lesão.

Em lesões grandes, pode-se utilizar a técnica de transplante de células tronco e as seções de laser. Tem-se obtido resultados em 1 mês de tratamento.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A incrível sensibilidade animal.

Monday, November 23rd, 2009

Vários estudiosos pelo mundo todo, mergulham no fascinante mundo da sensibilidade animal. Pesquisadores como o Dr. Rupert Sheldrake, escritor e biólogo inglês e os pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D’Ambrosio que em seus livros relatam casos incríveis da percepção que os animais têm de doenças, acontecimentos e abalos sísmicos antes que os mesmos ocorram.

Todos os animais, algumas espécies mais particularmente, possuem capacidades de percepção que superam em muito àquelas humanas, a  tal ponto que seus feitos, observados um sem-número de vezes, em todos os tempos e lugares, fazem com que se confundam e se percam os limites entre a ciência e a magia.

Nas últimas décadas, o famoso cientista Rupert Sheldrake pesquisou o complexo universo das estranhas percepções dos animais e construiu a respeito uma teoria unitária relatada em seu livro Dogs that know their owners are coming home (Cachorros que sabem que seus donos estão chegando em casa).

No livro são apresentados diversos testemunhos relativos a prodigiosos eventos que têm como protagonistas animais capazes de perceber coisas que o homem não consegue.

Um estudo particular de Sheldrake é dedicado à telepatia.

A palavra significa aproximadamente “perceber de longe” e, nos casos relatados no livro, são descritas situações nas quais, por exemplo, gatos previram antecipadamente o retorno à casa do próprio dono, alguma situação de perigo a ele relacionada ou, mais simplesmente, captaram com o pensamento um chamado a distância do dono, sem que houvesse nenhuma possibilidade de ouvi-lo com os ouvidos físicos.

Sheldrake fala disso em seu livro, examinando casos de cães, gatos, cavalos e pássaros que conseguem voltar a seu domicílio, pouco importando a imensa distância que parecia tornar o feito praticamente impossível.

Tudo se passa como se os animais tivessem um mapa magnético na cabeça, um “radar” funcionando o tempo todo, capaz de conduzir seus passos em situações críticas. Uma espécie de GPS biológico.

Existem também capacidades particulares dos animais que, além de nos deixar atônitos, podem nos ser muito úteis.

Por exemplo, alguns cães preveem os ataques epiléticos nas pessoas, capacidade estudada e demonstrada em estudo conduzido pelo neurologista Adam Kirton, do Children’s Hospital, de Alberta, Canadá, em 2004.

O estudo, realizado com 60 cães, demonstrou que 15% deles são bastante precisos na previsão de uma crise epilética do próprio dono, sem necessidade de treinamento.

Para alguns cientistas, isso provavelmente deriva da capacidade olfativa que os animais possuem: antes de um ataque epilético, o corpo humano poderia sofrer alterações fisiológicas que levariam a mudanças na sudorese e na composição química do suor, modificações que os cães conseguiriam perceber, ou melhor, cheirar.

A mais conhecida capacidade paranormal dos animais é, sem dúvida, a de prever terremotos e outros importantes cataclismos geológicos.

Em 2004, horas antes do tsunami que devastou o litoral de vários países asiáticos, elefantes nas proximidades de praias na Indonésia e no Sri Lanka começaram a manifestar sinais de grande inquietação.

Vários arrebentaram as correntes que os prendiam e fugiram para o alto de colinas, como que prevendo que as áreas estavam prestes a serem inundadas.

Outra obra sobre o tema, Anche gli animali vanno in paradiso (Os animais também vão ao paraíso), dos pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D’Ambrosio (Edizioni Mediterranee), relata muitos episódios surpreendentes e inexplicáveis.

No capítulo sobre experiências conduzidas em laboratório e destinadas a provar que alguns animais percebem nitidamente os acontecimentos até mesmo quando são impedidos de usar seus sentidos normais, narra-se a história de um cão boxer que foi  ligado a um eletrocardiógrafo numa sala à prova de som, enquanto sua dona se encontrava em outro aposento.

Sem que a mulher fosse avisada, um indivíduo estranho invadiu a sala e começou a insultá-la e a ameaçá-la de agressão física.

A mulher ficou realmente amedrontada, e seu cão, trancado na outra sala, pareceu perceber que sua dona estava em perigo. O boxer entrou em agitação e seu ritmo cardíaco subiu violentamente.

Realidade ou magia, o fato é que a fisiologia animal é muito diferente da nossa, alguns o olfato extremamente superiores, outros a capacidade visual para cores e movimentos bem mais precisas que a humana e ainda alguns que ouvem sons que um ser humano jamais distinguiria. Tudo isso faz com que a riqueza do mundo animal cada vez seja mais um motivo de curiosidade e estudo para o homem.

Fonte: Revista Planeta

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Lesões de tendão em cavalos.

Tuesday, November 17th, 2009

Você pode prevenir lesões em tendões de cavalos colocando gelo neles logo após os treinos e as competições.

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A Odontologia Equina

Saturday, November 7th, 2009

A Odontologia Equina é uma área exclusiva do Médico Veterinário e de suma importância na saúde e no desempenho atlético dos cavalos, sendo exigidos conhecimentos de anatomia, fisiologia, farmacologia e clínica médica.

Distúrbios gastrointestinais (como cólica, perda de peso, reação à embocadura, descarga nasal, aumentos de volume na face ou mandíbula, fístulas faciais e até problemas considerados de temperamento ou doma) podem estar relacionados com a cavidade oral dos equinos.

É uma área relativamente nova como especialidade veterinária, sendo cada vez mais valorizada por proprietários e treinadores, que a incluem em sua rotina.

As principais razões pelas quais há grande necessidade dessa prática são as modificações de hábitos e padrões alimentares dos equinos através da domesticação e do confinamento.

Frequentemente selecionam-se animais para reprodução sem se considerarem problemas relacionados à dentição, iniciando-os em esportes ainda jovens e exigindo-se deles cada vez mais.

O papel do dentista na doma é essencial, pois o conforto promovido pelo tratamento torna o trabalho do treinador e o aprendizado do potro mais fáceis e menos estressantes, melhorando, por consequência, o resultado final.

Os exames devem ser iniciados no cavalo ainda potro, pois alguns problemas podem ser observados no animal ainda jovem, prevenindo desordens que comprometam seu desenvolvimento, assim como em exposições e competições.

O cavalo pode reagir ao desconforto e à dor de diversas formas, como jogando a cabeça para o alto, balançando a cabeça, mordendo a embocadura, falta de apoio ou dificultando manobras para os lados.

Cavalos que estão em constante manutenção apresentam melhor mastigação e digestão, aproveitando melhor o alimento e diminuindo o risco de cólica. Além disso, há o conforto percebido na hora de montar.
 
O tratamento periódico, geralmente 2 vezes por ano, é essencial para a manutenção da “saúde bucal” dos cavalos.

Vale a pena lembrar que a odontologia promove melhoras notáveis nos animais nos aspectos físico, atlético e, porque não, psicológico, criando condições para que desenvolvam todo seu potencial.

Fonte: http://vetbella.sites.uol.com.br/

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