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Do que seu cão realmente precisa?

Saturday, October 29th, 2011

cãoVocê conhece as reais necessidades de seu animal? A maioria das pessoas conhece, mas é sempre bom recordar.

Para ser saudável e feliz, seu cão precisa:

1- de dieta balanceada (água fresca e ração apropriada, restos de comida não serão suficientes para atender as necessidades diárias dele);

2- de cuidados básicos (a higiene é muito importante para evitar infestação por parasitas);

3- de exercícios (para evitar futuros problemas de saúde);

4- de cama com cobertor limpo (proteção contra temperaturas altas e baixas);

5- de cuidados com os pelos;

6- ser adestrado;

7- de cuidados quando você sair de férias;

8- de companhia (cães são sociáveis e ficarão infelizes se deixados sozinhos por muito tempo);

9- se for necessário amarrar o animal, utilize um fio longo de correr, correntes fixas ou cordas podem se enrolar no cão e causar ferimentos;

10- vacinas e vermífugos;

11- castração do animal (todos os anos, centenas de milhares de cães são sacrificados por não haver lares adequados em número suficiente);

12 – acompanhamento veterinário.

Fonte: WSPA

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Faça alguma coisa! Denuncie!

Thursday, October 13th, 2011

maus_tratos_animaisVi esse documento na WSPA e achei importante compartilhar. Precisamos acabar com os maus tratos contra os animais. Veja como fazer uma denúncia:

Documento sobre denúncia de maus-tratos ou crueldade contra animais.

Quando o assunto é denúncia de maus-tratos ou crueldade contra animais, o Brasil possui legislação

pertinente e autoridades competentes que são responsáveis pela manutenção da lei e punição de crimes.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados,

silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. – vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes

Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

É possível denunciar também ao órgão público competente de seu município, para o setor que responde aos

trabalhos de vigilância sanitária, zoonoses ou meio ambiente. Lembrando que cada município tem legislação

diferente, portanto caso esta não contemple o tema maus tratos pode utilizar a Lei Estadual ou ainda recorrer

a Lei Federal.

 

 

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Constituição Federal Brasileira

 

stituiConsConstituição Federal BrasileiraConstituição Federal BrasileiraArt. 23. È competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;

VII – preservar as florestas, a fauma e a flora;

Art. 225. Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

§ 1.º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público:

VII – proteger o Meio Ambiente adotando iniciativas como: proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou 

 

submetam os animais à crueldade.”

A denúncia pode ser feita nas delegacias comuns ou nas especializadas em meio-ambiente. Também podese denunciar diretamente no Ministério Público ou no Ibama.

Como proceder nas delegacias

- Cumpre à autoridade policial receber a denúncia e fazer o boletim de ocorrência. O policial que se negar a agir estará cometendo crime de prevaricação (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal – art. 319 do Código Penal). Caso isso aconteça, há como queixar-se ao Ministério Público ou à Corregedoria da Polícia Civil.

- Assim que o escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Negando-se a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o de que pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no Art. 329 do Código Penal Brasileiro para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

- Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).

- Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, laudo ou atestado veterinário, nome das testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.

Dica: ao ir à delegacia, procure levar por escrito o art.32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n.º 9.605 de 1998), uma vez que, infelizmente, há policiais que não estão cientes do conteúdo dessa lei.

Saiba que você não será o autor do Processo Judicial que for aberto a pedido do delegado. O Decreto 4645/1934 reza em seu artigo 1º – “Todos os animais existentes no país são tutelados do Estado” . Logo, uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, ou elaborado TCO, o Delegado o encaminhará ao juízo para abertura da competente ação penal onde o Autor da ação será o Estado.

 

 

 

Como proceder no Ministério Público

- O Ministério Público é quem tem a autoridade para propor ação contra os que desrespeitam a Lei de Crimes Ambientais. Sendo assim, pode-se fazer a denúncia diretamente no MP, o que agiliza muito o processo.

- Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).

- Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.

Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis)

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo email para

 

 

linhaverde.sede@ibama.gov.br 

 

 

O Ibama as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.

Considerações finais

Note que o autor do processo judicial será o estado e não você. Sendo assim, não tema denunciar. As organizações não-governamentais possuem um papel importante e insubstituível na sociedade. Porém, exerça a sua cidadania. Não se cale frente aos crimes contra os animais e o meio ambiente, e exija das autoridades responsáveis as providências previstas por lei.

Clique no botão curtir desse artigo, parte da renda será destinada a ajudar os animais.

Fonte: www.wspabrasil.org

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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6 Dicas para um banho rápido e fácil

Friday, September 30th, 2011

banho_cãoMuitos proprietários de cães gostam de cuidar dos seus animais e dentro dos cuidados básicos estão o banho e o cuidado com os pelos.

Aqui seguem dicas para um banho rápido, fácil e sem imprevistos:

Se o animal tem pelo curto:

1- Nos dias frios, o banho a seco é uma opção. Leia atentamente as instruções de uso do produto que você utilizará antes de iniciar o procedimento. Esses produtos são aplicados no animal com a ajuda de um pano, no sentimento do crescimento do pelo e depois o animal deve ser seco utilizando a toalha ou o secador. Esse tipo de banho ajuda a diminuir os odores do animal, mas não substitui o banho com água.

2- Não se esqueça de limpar bem a parte interna das orelhas, utilize uma bola de algodão com produtos de limpeza de ouvido próprio para animais.

3- Antes de molhar o animal coloque algodão no ouvido a fim de evitar a entrada de água e uma possível otite.   Utilize água morna. Tenha a mão os produtos que utilizará (sempre produtos específicos para animais). Molhe o pelo do animal, aplique o shampoo e massageie o pelo para espalhar o produto. Retire o shampoo com água, não deixe resíduos. Seque o animal com uma toalha para retirar o excesso de água, depois utilize um secador na temperatura morna, mantenha o secador a uma distância de 20 cm do animal para evitar queimaduras. O pelo deve ser totalmente seco.

4- Utilize uma escova macia para escová-lo a cada 3 dias e retirar os pelos mortos.

Se o animal tem pelo longo:

5- Antes de molhar o animal coloque algodão no ouvido a fim de evitar a entrada de água e uma possível otite.   Utilize água morna. Tenha a mão os produtos que utilizará (sempre produtos específicos para animais). Molhe o pelo do animal, aplique o shampoo e massageie o pelo para espalhar o produto. Retire o shampoo com água, não deixe resíduos. Se utilizar algum tipo de creme condicionador ou para desembaraçar, aplique-o deixando um dedo da raiz até as pontas, massageie o pelo. Retire o creme com água. Seque o animal com uma toalha para retirar o excesso de água, depois utilize um secador na temperatura morna, mantenha o secador a uma distância de 20 cm do animal para evitar queimaduras. O pelo deve ser totalmente seco.

6- Para desembaraçar o pelo e desfazer os nós utilize uma escova de pinos sem bolinhas nas pontas, pente de aço e fluído desembaraçador. Divida o pelo pelo dorso e comece pela raiz, escove até as pontas. Se a escova para no meio do caminho, abra os pelos com a mão e tente desfazer o nó com as pontas dos dedos. Em seguida passe o pente de metal, sem puxar. Divida o pelo em várias partes.

Nunca utilize produtos medicamentoso no animal sem antes consultar um médico veterinário.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Os animais também sofrem com o inverno

Saturday, July 9th, 2011

gatoNão só os seres humanos sentem frio e ficam doentes diante das baixas temperaturas, os animais também, sejam cães, gatos, aves, répteis, portanto é necessário tomar certos cuidados para que os bichinhos não adoeçam, alguns podem morrer.

No caso dos cães, se perceber que ele está com o nariz escorrendo, tremendo, tentando se enrolar no rabo possivelmente ele está com gripe. Outro problema é a ingestão de água diminuída que pode  prejudicar os rins. A vacinação é imprescindível, principalmente nas regiões de clima frio e seco, onde aumentam as chances de transmissão de viroses. Atenção para os banhos, a frequência deve ser menor e o pelo deve ser totalmente seco.

No caso de peixes, répteis e aves, deve-se conhecer a fisiologia do animal e o habitat dele para que se possa criar um ambiente em temperatura adequada e os cuidados necessários, pois também adoecem e morrem de frio.

Dicas:

1- Consulte o veterinário e se informe sobre a condições ideais para o animal.

2- Mantenha as vacinas em dia.

3- Mantenha a temperatura agradável.

4- Não abuse dos banhos.

5- Observe atitudes anormais ou sintomas que o animal possa apresentar.

6- Cuide da alimentação e ingestão de água.

7 – Cuidado com aquecedores, cães e gatos adoram o calor gerado, mas pode provocar queimaduras.

8- Roupas e cobertores são excelentes opções. Há também as mantas térmicas.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Conhecendo um pouco o Maltês

Saturday, July 2nd, 2011

maltêsDe origem incerta, o Maltês é conhecido desde o Império Romano, sua valorização aconteceu na Inglaterra, durante o reinado da Rainha Elizabeth I no final do século XIX, onde se estabeleceu como cão de companhia e participou das primeiras exposições, surgindo as primeiras linhas gerais da raça.

No Brasil, o primeiro animal chegou na década de 40 e tornou-se popular na década de 90.

O Maltês é brincalhão, fiel, alegre, delicado e necessita de atividade moderada. Ele se adapta bem a apartamentos e se relaciona bem com outros animais e pessoas. Necessita de cuidados constantes para manter a pelagem bonita e saudável, sendo a escovação diária indicada para a retirada dos pelos mortos e nós. No mais, os mesmos cuidados necessários de qualquer cão.

Para o padrão da raça, a pelagem deve ser longa, densa, sedosa, brilhante e branca. O corpo alongado e o dorso reto de comprimento médio. Olhos grandes, redondos, cor escura, expressão viva e totalmente pigmentados. As patas devem ser redondas, com os dedos fechados e arqueados, almofadas totalmente pigmentadas.

Um exemplar da raça pode custar de R$ 900,00 a R$ 2000,00.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A domesticação do cão

Saturday, May 28th, 2011

cãoNo processo de domesticação, o cão é inserido no convívio humano, por isso, é extremamente necessário que seja socializado, para que possa interagir com seres humanos de uma forma coerente e socialmente aceita. Ao ser socializado, o cão passa a ter uma relação mais harmônica com sua família humana.

Considerando que a maioria dos ataques acontece em contextos familiares e comumente são direcionados a pessoas e amigos, a socialização torna-se uma necessidade mais significativa. Por meio do processo de socialização, o cão não ataca uma criança conhecida quando ela invade o seu território por não identificá-la nem como ameaça, nem como presa.

A fase da vida que vai de oito a dezesseis semanas é considerada um ponto crítico no desenvolvimento emocional dos cães. Nessa fase, o cão aprende com muito mais facilidade e de uma forma mais intensa e duradoura o que é seguro ou não para ele.

Cães que até as 16 semanas não têm contato com pessoas passam a se comportar como selvagens, o que o torna incapaz de aprender comandos simples de adestramento.

O processo de socialização primária caracteriza-se pela apresentação positiva ao filhote (8-16 semanas) de todos os fatores controláveis que farão parte da sua vida. Esses fatores controlados são: pessoas de diferentes idades e diferentes etnias, brinquedos e objetos.

Fonte: Revista CFMV

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A origem do cão doméstico

Sunday, May 8th, 2011

loboDesde sua origem o cão é submetido a seleção natural, através da adaptação ao meio ambiente e a seleção artificial, através dos seres humanos.

No início da domesticação, os seres humanos conservaram aqueles animais menos agressivos e menos arredios, provavelmente selecionando aqueles com características morfológicas que diferiam dos exemplares selvagens, fato que pode ter possibilitado a grande variedade morfológica encontrada nos cães domésticos hoje em dia.

O cão doméstico tem o lobo como ancestral. Exemplares dessa espécie foram, ao longo do tempo, sendo selecionados para diversas aptidões, sendo hoje, um animal com potencial maior de cognição social que os lobos selvagens, destacando-se até de grandes primatas em certas tarefas que dependem da leitura de sinais corporais humanos.

As primeiras associações entre homens e cães foram encontradas na China e remontam há 150.000 anos. Há cerca de 10.000 anos, ao deixar de ser nômade e caçador para ser produtor e criador do seu alimento, o homem precisou domesticar o ancestral do cão para auxiliá-lo na caça e, posteriormente, no cuidado do gado.

A fixação dos padrões raciais só apareceu a partir do Século XVI para os cães de caça e prosseguiu ao longo dos séculos.

As raças são fruto de seleção natural, seleção artificial e do cruzamento  entre animais de padrões diferentes. O reconhecimento das raças depende da organização das pessoas que criam os cães em associações ou clubes, nos quais seus integrantes estabelecem padrões morfológicos e comportamentais.

Entre animais da mesma raça podem existir linhagens diferentes, que são desenvolvidas pelos criadores a partir da seleção das matrizes e padreadores para personalizar sua criação.

Fonte: CFMV

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Comportamento do cão adulto

Sunday, April 24th, 2011

cãoO cão adulto se comporta com mais seriedade. É uma fase em que ele gosta e necessita de exercícios a fim de garantir uma velhice saudável.

Cuidados veterinários regulares e boa alimentação são cuidados fundamentais, porém conhecer o comportamento do animal adulto evitará alguns dissabores .

Os cães adultos tendem a ter um controle hierárquico, seja com outros animais ou os donos. Ele controla a ocupação do espaço e a movimentação dos indivíduos do grupo.

Fique atento as alterações de comportamento comuns aos cães adultos:

1- Agressão: ela pode ser predadora (animal alimentado inadequadamente, ele está faminto), hierárquica (ocorre geralmente dentro de casa quando o animal tenta assumir a dominância do território), territorial (comum nas famílias onde os donos não delimitam a hierarquia, eles agridem qualquer indivíduo que adentro seu território) ou por medo (ocorre quando o animal sente-se ameaçado e sem a possibilidade de fuga).

2- Submissão: animais que desviam o olhar, são esquivos, vivem com o rabo abaixado.

3- Marcação de território: o cão delimita seu território através de urina ou fezes, mostrando a sua hierarquia dentro de casa.

4- Comportamento sexual: os animais que apresentam comportamento dominante assumirão a postura de tentar acasalar com seus proprietários.

Esteja atento a fim de corrigir os problemas que surgem, agressão não ajuda.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Cães adolescentes

Sunday, April 10th, 2011

cãoSemelhante aos seres humanos, a adolescência dos cães é uma época de muita energia, descobertas, teimosia e persistência em comportamentos desaprovados, que necessita de treinamento (educação). Diante disso, exercícios são fundamentais.

Como nem sempre é possível estar ao lado do cão, para evitar problemas, o dono pode utilizar algumas táticas.

1-Deixar um pano ou roupa velha com o cheiro do dono faz com que o animal se acalme e fique relaxado enquanto está sozinho.

2-Você pode pegar uma garrafa pet, fazer alguns furos e colocar ração dentro, o cão passará horas tentando tirar os grãos de dentro da garrafa.

3-Ofereça brinquedos ao animal para que ele possa extravasar a energia.

4-Ofereça ossos ou algo mastigável, isso evita que ele morda os objetos proibidos da casa.

5-Esconda petiscos pela casa; esse truque estimula o cão a procurar pelo petisco quando não está fazendo nada.

Atividade, essa é a palavra chave.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Vida de filhote

Sunday, March 20th, 2011

filhoteA chegada do filhote é sempre aguarda com muita expectativa, pois um novo membro da família dividirá a rotina do dia a dia.

Para que essa convivência funcione, alguns cuidados básicos são essenciais e devem começar já nos primeiros dias.

Em primeiro lugar deve-se saber que os filhotes são cheios de energia. Eles descobrem o mundo através do olfato. São curiosos e precisam aproveitar esta fase para explorar o ambiente e se divertir. Nesta fase eles são frágeis e vulneráveis o que exige paciência e dedicação.

É natural que o filhote chore nas primeiras noites. Se não quiser que o cão adulto durma na cama, não deixe o filhote dormir. No máximo, coloque-o em uma caminha ao lado da sua. Outra opção é pegar um pano e quando for buscá-lo, esfregue esse pano na mãe do filhote para pegar o cheiro dela. A noite, coloque o pano na cama do filhote, ele se sentirá mais seguro sentindo o cheiro da mãe.

Ensine as normas da casa desde cedo, pois o cão deverá se acostumar à sua rotina .

Ofereça alimento específico. As porções devem ser ingeridas assim que servidas. Não deixe a refeição exposta por mais de 30 minutos, pois ela estraga e se transforma em um meio de proliferação de bactérias. Habitue o animal a comer no momento em que é servido.

O banho deve ser feito com água morna e xampu específico. O animal deve ser totalmente seco, utilize um secador de cabelos. Para evitar a entrada de água nas orelhas, coloque algodão dentro delas.

O filhote deverá fazer suas necessidades em folhas de jornal ou tapete higiênico. Você deverá ensiná-lo a ir no lugar certo. Logo que acordar, o filhote irá urinar, então leve-o ao lugar certo e espere. Quando ele urinar, acaricie-o e demonstre que você gostou. Com as fezes o procedimento é o mesmo. Logo após cada refeição seu filhote irá defecar, por isso leve-o até o local certo e aguarde, quando ele defecar aja da mesma forma, acaricie-o.

Providencie brinquedos para o filhote e não incentive brincadeiras agressivas. Após as vacinações ele estará apto a sair na rua. Utilize coleira para passear com ele. Não o deixe solto na rua para evitar acidentes.

Não deixe ao alcance do filhote objetos pontiagudos que ele possa se ferir ou engolir, retire materiais tóxicos (produtos de limpeza, plantas, etc) de lugares onde ele tenha acesso. Não deixe a porta da rua aberta.

Consulte o veterinário para saber o calendário de vacinas e vermífugos que o filhote precisa.

Se deseja conhecer um pouco mais sobre o filhote, seu comportamento, como ensiná-lo e ter uma boa convivência com ele, visite nossos cursos online.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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