Posts Tagged ‘cães’

Você cuida das unhas dos animais?

Monday, January 3rd, 2011

gato arranhandoAnimais ativos normalmente não sofrem danos nas unhas, isso porque a fricção gasta as unhas.

As que ficam compridas demais geralmente se partem ou se soltam na pele quando enroscam em roupas de cama, cortinas ou tapetes.

Existem vários nervos e vasos sanguíneos nos dedos, o que faz com que os danos nas unhas sejam dolorosos e geralmente sangrem muito, mas raramente é coisa séria e um simples pronto atendimento resolve.

Uma unha partida é dolorosa, por isso você vai precisar de alguém para segurar o animal, enquanto faz um pronto atendimento.

Para remover a unha danificada, use um cortador de unhas para animais.

Se a porção intacta da unha não estiver aberta, você pode cortar apenas a parte dependurada.

Se houver uma extremidade denteada ou bifurcada sangrando, é preciso que a unha seja cortada acima da parte danificada, o que pode significar cortar quase junto ao dedo.

Mergulhe primeiramente o cortador no álcool, depois o seque bem.

Segure a pata do animal com firmeza, posicione o cortador logo acima do estrago e corte rapidamente com um gesto.

Esteja preparado para um ganido, um recuo do animal e mais sangue. Se o sangramento não parar dentro de 30 minutos é necessário cauterizar o local.

Ao cortar a unha, se ela sangrar utilize um pó hemostático. Utilize uma esponja para aplicar o pó, mantenha esse procedimento até que o sangramento pare.

Unhas danificadas infectam-se facilmente porque as bactérias do solo entram pelas fissuras para o leito da unha. Portanto faça inspeções semanais nas unhas dos animais.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati 

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Cuidados com animais no verão

Monday, December 27th, 2010

Cuidados com os animais no verão

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Contaminação no pêlo: o que fazer?

Tuesday, December 14th, 2010

cãoCães e gatos frequentemente andam ou se encostam em lugares com tinta fresca ou óleo. Óleo de motor e cera são outros contaminantes comuns do pêlo.

A maioria dos produtos derivados do petróleo é absorvida pela pele, portanto, além de ser horrível, a contaminação pode causar uma intoxicação perigosa.

Veja como socorrer o animal:

1- Com o uso de luvas de borracha coloque uma pequena quantidade de terebentina em um pano limpo e segure-o sobre a tinta para que ela amoleça e possa ser removida. Evite que o animal lamba a região.

2- Depois da tinta ser removida, lave imediatamente a terebentina com sabão e água.

3- Outra opção é a utilização de farinha e óleo vegetal, para grandes regiões contaminadas, mas leva tempo. Esfregue grande quantidade de óleo vegetal e depois retire com papel toalha. Repita várias vezes até conseguir retirar o máximo de contaminante. Depois pode-se colocar a farinha para ajudar na absorção da substância.

4- Se o contaminante for cera ou tinta látex, coloque gelo, ele fará com que a cera ou a tinta fiquem quebradiças, podendo ser descascada.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Os segredos de adestramento do dono – Demo

Tuesday, December 7th, 2010

                                   Os segredos de adestramento do dono

                1. Introdução

 Os animais de estimação têm se tornado, em alguns lugares, mais numerosos que a população humana. Não há dúvidas de que eles são parte da vida familiar.

O mercado pet movimenta milhões todos os anos e só tem crescido. Roupas, medicamentos, produtos para tratamento dos pêlos, shampoos, cremes, esmaltes, acessórios, banhos de ofurô, enfim, a lista é longa.

Só que o bichinho precisa de um pouco mais, não basta ir ao pet shop para tomar banho toda semana, ter suas vacinas em dia, uma ração de qualidade e uma cama quente para dormir.

É necessário ter em mente que os tiramos de seu habitat natural, da estrutura familiar deles e os colocamos em uma nova família, com novos costumes e estrutura.

Frequentemente, esses bichinhos são os “bebês” da casa, sem limites, obrigações e nem trabalho. Crescem semelhantes a “crianças” mimadas e aí os problemas aparecem e os proprietários não estão habilitados a enfrentar a situação, não sabem o porquê da causa.

Às vezes pensamos que somos saudáveis e que nossos companheiros também são, mas a realidade é outra e envolvidos na correria do dia a dia, não nos damos conta do que realmente ocorre, principalmente quanto o problema não está no físico.

Estamos expostos a fatores externos e internos que desequilibram nossa energia e consequentemente ficamos doentes. Nos fatores externos estão, por exemplo, as mudanças climáticas e nos internos, os fatores internos (psicológico, nossos pensamentos…).  

O corpo físico se origina de um campo energético, se sobrevir uma disfunção ou desequilíbrio neste campo, isto irá refletir no físico. Se tratarmos a disfunção ou o desequilíbrio neste campo de energia, iremos curar o corpo físico, logo, para ter uma boa saúde é necessário ter equilíbrio energético. Nossa energia pode ser positiva ou negativa, sendo que muitos problemas ou doenças são atribuídos a problemas genéticos, mas para a medicina moderna quem controla a vida são campos eletromagnéticos gerados pela mente.

A ciência moderna diz que o que acontece interiormente é que vai criar o que ocorre fora.

Você sabe qual a causa dos problemas comportamentais?

Não? A causa pode ser você, sua família. Sem querer acusar ou julgar ninguém, pelo contrário, sendo o objetivo mostrar de que forma você pode estar influenciando negativamente seu animal e de mostrar, também, como você pode reverter essa situação, é que esse livro foi escrito.

                                                 2. Saúde X Doença

Você sabe o que é saúde ou doença? Qual o seu significado? Por que adoecemos? Por que nossos animais adoecem?

A saúde nada mais é do que a plena regularidade de todas as funções e a plena integridade de todos os órgãos do corpo. É a energia fluindo e energizando todos os órgãos e vísceras do corpo, humano e/ou animal.

Quando somos saudáveis nossa pele está iluminada, apresentamos uma aparência de vivacidade, os cabelos e pêlos apresentam-se brilhantes e sem falhas, o corpo apresenta proporções normais e simétricas. Os dentes e unhas são fortes e resistentes… nos animais também.

É a condição geral do corpo e da mente em relação às doenças e ao vigor físico e mental. É o estado do que não tem doenças ou ferimentos, cujo metabolismo funciona perfeitamente. É o estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e seu ambiente. A harmonia do homem e do animal com a natureza.

Há pouco tempo chamava-se de saúde a ausência de sintomas desagradáveis no aspecto físico, como dores, limitações, sensações, etc. Modernamente, ampliou-se essa definição para também a ausência de sintomas desagradáveis a nível psíquico, por exemplo, ansiedade, raiva, tristeza, etc.

Outra definição mais completa para saúde seria: “saúde é uma condição em que um indivíduo ou grupo de indivíduos é capaz de realizar suas aspirações, satisfazer suas necessidades e mudar ou enfrentar o ambiente. A saúde é um recurso para a vida diária e não um objetivo de vida; é um conceito positivo, enfatizando recursos sociais e pessoais, tanto quanto as aptidões físicas. É um estado caracterizado pela integridade anatômica, fisiológica e psicológica; pela habilidade de desempenhar pessoalmente funções familiares, profissionais ou sociais; pela habilidade para tratar as tensões físicas, biológicas, psicológicas ou sociais, sentindo-se bem e livre do risco de doença ou morte extemporânea. É um estado de equilíbrio entre os seres humanos e/ou animais e o meio físico, biológico e social, compatível com plena atividade funcional.”

E a doença? O que seria a doença? O contrário de saúde? De certa maneira. Certas pessoas ou animais doentes assemelham-se às saudáveis. É aí que está o maior problema. Pensarmos que somos saudáveis e que nossos animais também são, quando a realidade é outra.

A doença é um conjunto de perturbações funcionais e alterações anatômicas, evoluindo em uma direção determinada. Revela-se por irregularidades de certas funções e alterações anatômicas de partes do corpo, que é necessário conhecer para poder saber de qual mal se tratam. É uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e mentais e está associada a sintomas específicos.

É o desequilíbrio da energia do organismo (Chi), responsável pelas atividades fisiológicas normais. A alteração da energia pode ser causada por fatores externos, (as condições climáticas) e/ou fatores internos (problemas psíquicos).

Até 400 a.C., para o mundo ocidental, toda doença era um castigo divino ou  possessão demoníaca, representava um desagrado de determinado deus para com o seu devoto. Para cada tipo de doença havia um ritual mágico ou religioso a ser consagrado, os médicos eram sacerdotes e pregavam toda sorte de culpas e medos do indivíduo.

Alguns pensam que o animal só está doente quando ele apresenta dor, está paralisado, o rim parou… Quando ele chega a esse ponto é porque já estava doente há tempos, sofrendo e impossibilitado de pedir socorro. A doença já está avançada, é crônica, grave e às vezes sem tratamento.

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Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Seu animal é alérgico?

Monday, November 29th, 2010

cão se coçandoAs alergias alimentares podem afetar qualquer cão ou gato, mas não são tão comuns.

O animal normalmente reage a ingredientes proteicos na comida, como leite ou carne. A reação mais típica em cães é uma coceira se espalhando pelo corpo, enquanto os gatos desenvolvem coceiras na região da face e cabeça. Com menos frequência, a reação é vômito ou diarréia.

Em alguns casos, o animal desenvolve uma reação alérgica mais séria ao alimento e surgem edemas. Os edemas normalmente surgem em 20 a 60 minutos , em torno dos olhos e do focinho.

Se o animal estiver com uma reação muito forte, você normalmente perceberá problemas respiratórios, podendo levar a uma parada respiratória. Trata-se de uma emergência e o animal deve ser levado ao veterinário imediatamente.

A reação alérgica alimentar pode ser facilmente controlada uma vez descoberto e evitado o ingrediente responsável pela alergia.

O processo de eliminação de alimentos indica qual deles exatamente causa problemas. Isso significa fazer com que o animal coma uma dieta que nunca comeu antes. Depois que a pele do animal estiver normal, acrescente à dieta os alimentos suspeitos, um de cada vez para descobrir qual deles provoca a alergia.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Técnicas básicas de primeiros socorros

Monday, November 15th, 2010

cãoQuando pensamos em primeiros socorros para animais domésticos, limitamo-nos a emergências, como um atropelamento, ou um choque, etc. Contudo, todos os donos de animais se deparam com problemas cotidianos, como infecções no ouvido, cortes nas patas ou problemas digestivos.

Frequentemente, você descobrirá que as técnicas de primeiros socorros são úteis. Essas técnicas básicas servem para centenas de situações envolvendo cães e gatos.

E o que é mais importante, em situações realmente dramáticas, elas podem salvar a vida de seu animal.

A contenção do animal tem 3 propósitos: protege a pessoa de ser mordida pelo animal; restringe os movimentos do animal, impedindo que o machucado piore e faz com que o animal fique parado para ser examinado e medicado.

A ressuscitação cardiopulmonar combina a respiração artificial com a compressão externa do coração, o que ajuda a movimentar o sangue pelo corpo, quando o coração para de bater.

Sempre que a pele se rompe, bactérias ou qualquer outro material estranho, até mesmo o pêlo podem contaminar a ferida e potencialmente causar infecção. O sangramento é um mecanismo de limpeza natural, que ajuda a eliminar a substância perigosa. Não limpe feridas com sangramento abundante, porque isso apenas fará com que sangrem mais.

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Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O que fazer em casos de asfixia?

Saturday, November 6th, 2010

gatoA asfixia acontece quando o ar não consegue chegar aos pulmões. Os gatos, particularmente, gostam de brincar com sacos plásticos e, se não conseguem rasgá-los com as garras, podem sufocar rapidamente. Eles também podem enroscar suas coleiras ou se enroscar em cordas de persianas até se asfixiarem, enquanto que os cachorros se atrapalham com as guias. Um animal pode se asfixiar ao ficar exposto a vapores tóxicos, como fumaça ou monóxido de carbono, ao ter um corpo estranho na garganta.

Durante a asfixia, o animal se esforça para respirar, normalmente esticando o pescoço. Ele ficará inconsciente rapidamente e deixará de respirar, e suas gengivas e língua ficarão azuis pela falta de oxigênio. Um atendimento imediato é a única coisa que pode salvar a vida do animal:

1- Leve-o para o ar fresco: o melhor tratamento para fumaça é levar o animal para o ar fresco. Ao contrário de outros tipos de asfixia, as gengivas e a língua do seu animal ficarão vermelhas.

2- Livre-o do elemento sufocante: se o animal estiver sufocando com um plástico, rasgue ou corte o material em torno do focinho dele.

3- Libere as vias aéreas: os animais frequentemente ficam com objetos presos na garganta e sufocam. Tente puxar o objeto para fora com as mãos ou com alicate.

4- Estique o pescoço: se o animal não começar a respirar espontaneamente, estique seu pescoço de modo que a garganta não fique curva, segure a língua dele e delicadamente puxe-a para fora para que libere o fundo da garganta.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Choque elétrico em animais, o que fazer?

Monday, November 1st, 2010

tomadaO choque elétrico geralmente acontece em filhotes, porque eles mastigam qualquer coisa, incluindo fios elétricos e de telefone.

Os choques elétricos mais graves podem provocar convulsões ou parar o coração, e os danos podem ser insidiosos, porque aparecem lentamente, às vezes levando a um batimento cardíaco irregular ou a dificuldades na respiração, muitos dias após o acidente.

A maioria dos choques que acontecem em um ambiente doméstico está muito longe dessa gravidade. O animais ficarão com queimaduras nos lábios, nos cantos da boca ou na língua, então veja o que fazer:

1- Desligue a energia – a corrente elétrica geralmente provoca espasmos musculares, tornando impossível que os animais larguem o fio que estiverem mordendo.

2- Se ele estiver com convulsão cubra a cabeça dele com uma toalha escura para protegê-lo da luz e do barulho, isso poderá ajudar para que a convulsão acabe mais rápido.

3- Mantenha o animal quieto – o estresse faz com necessite de mais oxigênio e ele pode ter dificuldade para respirar.

4- Dê gelo para ele – o gelo pode aliviar a dor de queimaduras na boca, você pode colocar o gelo na água para beber.

5- Trate as queimaduras – queimaduras na boca podem levar algum tempo para cicatrizar, verifique se estão limpas e bata os alimentos no liquidificador para facilitar a alimentação.

Vet Therapy - Dra. Cynara Campanati

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Cuidados com carrapatos

Monday, October 25th, 2010

cachorro Os carrapatos afetam muito mais os cães do que os gatos porque estes tendem a retirá-los quando se limpam, a não ser que não consigam alcançá-los. Os carrapatos permanecem na pele do animal por dias, enquanto sugam seu sangue.

No corpo do animal, as partes com poucos pêlos e difícies de alcançar, como as orelhas, as axilas e entre os dedos, são os alvos preferidos dos carrapatos, mas eles podem ser encontrados em qualquer outro lugar. Na maior parte das vezes, o animal nem mesmo sentirá a picada, elas quase nunca infeccionam.

Os carrapatos carregam seus próprios minúsculos parasitas (protozoários e bactérias), que podem causar doenças muito graves em animais e seres humanos, uma vez que penetram na corrente sanguínea.

É por isso que é tão importante remover os carrapatos o quanto antes. A retirada do carrapato pode ser feita com a aplicação tópica de produto carrapaticida ou manualmente. Na retirada manual, não use os dedos para tirá-lo, use uma pinça com pontas redondas. Coloque luvas descatáveis e tome cuidado para não esmagar o corpo do carrapato quando retirá-lo, para que não haja contaminação. Agarre o corpo bem próximo à pele e às peças bucais do carrapato e puxe-o para fora, em linha reta, lenta e suavemente, isso fará com que as peças bucais se soltem mais facilmente.

Não se preocupe se a cabeça se soltar e ficar enfiada na pele, isso quase nunca acontece, mas se acontecer, não deverá causar problemas para a maioria dos animais.

Jogue o carrapato em uma vasilha com álcool, ou dentro do vaso sanitário e dê descarga.

Lave o local da picada com sabão líquido antisséptico. Aplique uma pomada antibiótica.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O que é e como evitar a raiva

Monday, October 11th, 2010

cãoMuito tem se falado quanto a suspensão da vacinação de animais contra raiva devido a problemas com a vacina, mas o que realmente é a raiva? Você sabe como ela é transmitida? Quais os sintomas?

A raiva é uma doença infecciosa aguda que acomete os mamíferos (homem e animais), causada por um vírus que se multiplica e se propaga (via nervos periféricos) até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica.

A forma mais comum de transmissão é através do contato com a saliva do animal contaminado, seja através de mordedura ou lambedura. As arranhaduras também têm potencial de contaminação, devido à salivação intensa dos animais doentes.

A fonte de infecção é o animal infectado com o vírus rábico. Em áreas urbanas,  é principalmente o cão (quase 85% dos casos) seguido pelos gatos. Em zonas rurais, além dos cães e gatos, morcegos, macacos, bovinos, equinos, caprinos, ovinos. Os animais silvestres são os reservatórios naturais para animais domésticos.

A transmissão se dá antes do aparecimento dos sintomas e durante o período da doença. No cão e no gato este período se inicia de 5 a 3 dias antes do aparecimento dos sintomas.

Nos animais a doença se desenvolve em um período de 21 dias a 2 meses após a contaminação e apresentam 2 formas: a furiosa e a paralítica. A furiosa caracteriza-se por inquietação, tendência ao ataque, anorexia, posteriormente coma e morte. Na paralítica o animal tende a se isolar e se esconder em locais escuros, apresenta paralisia nas patas traseiras que leva a morte.

Para prevenir é necessária a vacinação anual. Com a falta da vacina, tome alguns cuidados: não deixe seu animal ter contato com animais desconhecidos e não o deixe solto na rua.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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