Posts Tagged ‘animal’

Dicas para o animal parar de ingerir fezes

Wednesday, May 5th, 2010

buldoguePara poder modificar um comportamento animal, em primeiro lugar é preciso identificar a causa. Um exame clínico irá descartar problemas nutricionais ou metabólicos.

Se o problema for nutricional a suplementação da dieta resolverá o problema e nos casos de problemas metabólicos, o tratamento da doença também resolverá o problema.

Agora, sendo um problema comportamental, algumas medidas são necessárias para que o animal desista desse hábito.

Em primeiro lugar, diminua o acesso às fezes por meio de sua pronta eliminação. Caminhe com o cão preso à guia, para facilitar afastá-lo das fezes.

Não permita acesso à rua sem supervisão, a menos que o animal tenha defecado e a área esteja livre de material fecal.

Mova as bandejas sanitárias para uma área inacessível ao cão.

Utilize uma focinheira nos passeios. Dê uma recompensa de comida ao cão quando ele defecar, fazendo com que ele espere a comida em vez de procurar por fezes.

Ensine o comando “Deixa” a fim de chamar o cão para longe das fezes e recompense-o quando ele obedecer.

Providencie válvulas de escape alternativas para as atividades e refeições, tais como brinquedos alimentadores e jogos de achar comida.

Utilize repelentes com cheiro desagradável ao animal.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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A doce vida de cão

Wednesday, April 21st, 2010

jaqueta de couro para cãoEles têm plano de saúde, ofurô e até bufês para festas de aniversário. Além da roupa de grife…

A expressão vida de cão precisa ser revista. Já vai longe o tempo em que o animal dormia numa romântica casinha de cachorro feita de tábuas. Agora, existe a Pet Arquitetura, que reforma a casa do dono para que ela se adapte à mascote. Roupinhas compradas na pet shop da esquina? Nem pensar. Grifes de nome lançam produtos especiais para os peludos, com preços que podem chegar a R$ 1.200 por um casaquinho de couro (como o da foto ao lado). Se, apesar disso tudo, o cão ainda estiver estressado, pode fazer uma sessão de ofurô com sais relaxantes e sair com um belo sorriso – perfeito, por causa de um aparelho ortodôntico canino.

Isso tudo faz parte do processo de “humanização” dos cães e de sua elevação ao posto de protagonistas de uma onda de consumo que já tornou o Brasil o segundo maior mercado pet do mundo, de acordo com a Associação Americana de Fabricantes de Produtos Pet. Com US$ 9 bilhões movimentados por ano, perde apenas para os Estados Unidos.

Com isso, o país é alvo de uma onda de lançamentos de produtos e serviços inusitados para cães. O desfile de utilidades – e futilidades – é imenso. E inclui um desfile literal. São Paulo sediará neste mês a Pet Fashion Week, que funciona nos mesmos moldes das semanas de moda de humanos. Animais sobem na passarela, junto com modelos, e mostram as novidades.

Para agradar ao melhor amigo vale tudo. Até mesmo reformar a própria casa só para que ele fique bem. A arquiteta carioca Ana Flávia Ciuffo lançou a Pet Arquitetura, que promove reformas em pet shops ou no imóvel do dono para melhorar o ambiente para o cão. Até as lâmpadas são trocadas. “A temperatura dos cães é mais alta que a nossa, então você tem de usar lâmpadas mais frias”, diz ela.

Por falar em temperatura, e se o coisinha bonitinha da mamãe tiver febre? O plano de saúde para animais cobre a consulta. “Tenho dois cães, e um deles é tão sapeca que já caiu da laje três vezes. Então decidi fazer o plano”, diz a analista de marketing paulistana Debora Kussonoki, de 24 anos, que gasta R$ 180 por mês com os dois.

O brasileiro trata seu bichinho de estimação como se fosse da família. Uma pesquisa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal mostrou que 23% dos donos de cães permitem que o animal durma em seus quartos. O exagero pode fazer mal ao bicho. Chamado para acalmar os “pitis” de cachorros de celebridades como Will Smith e Oprah Winfrey, o adestrador mexicano Cesar Milan afirma em seu livro O encantador de cães que, para o cachorro, a família que o acolhe é sua matilha. Se ele é tratado como rei, concluirá que é… o chefe da matilha. E aí o bicho pega. O animal surta e, nesse caso, nem uma coleira de ouro vai conter seu ímpeto.

Fonte: G1

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Cães não deveriam comer comida de gato e vice versa

Wednesday, March 24th, 2010

Se você tiver um gato e um cachorro em lugar fechado, então você já os pegou roubando comida um do outro de vez em quando. Para ambos os animais, um pequeno lanche da outra tigela de comida não é uma transação grande. Porém, um gato que só come comida de cachorro ou um cachorro que realmente desfruta comida de gato pode ter problemas. Assim, antes de você negligenciar seu cão comendo da tigela do gato, há alguns coisas para considerar. Se o hábito já começou, então você precisa trabalhar em modos para parar isto. 

É importante que você perceba que gatos e cachorros têm certas (i.e. diferente) exigências nutricionais. Se isso não fosse o caso, então você poderia achar no geral alimentos para pet em supermercados e pet shops. Gatos requerem taurina na dieta deles, mas eles não podem produzir taurina em seu organismo. Uma falta de taurina pode causar problemas oculares severos em gatos, conduzindo eventualmente a cegueira. Perda de dentes e pêlos também são efeitos colaterais de insuficiência de taurina. Na vida selvagem, um gato adquirirá taurina comendo outro animal. Comida de gato (seca e molhada) tem que conter taurina. Por outro lado, cães podem produzir taurina, eles não precisam de taurina adicional nas dietas deles.

Assim, a maioria das comidas de cachorro não contém taurina. Se você alimentar um gato com comida de cachorro, então problemas de saúde irreversíveis surgirão. 

Gatos também requerem mais proteína nas dietas deles que cachorros, e a comida deles tem frequentemente conteúdo calórico e de gordura mais alto. Para um cachorro que come comida de gato, ele está consumindo mais calorias que deve. Sim, a comida pode estar gostosa, mas pode causar obesidade. Muitos cães também experimentam problemas digestivos ao comer comida de gato; embora, não sejam problemas sérios.  

Se o cachorro achar a comida do gato gostosa, então ele pode recusar a própria comida dele. Não há problema deixar um cachorro provar um ou outro grão da comida do gato, ás vezes, mas um cachorro não deveria ser alimentado uma dieta de gato e vice-versa. 
Se seu pet já desenvolveu o hábito de compartilhar comida, então você precisa parar com esse hábito o mais cedo possível.

Se você não puder manter os dois longe de um ao outro comida, então você vai ter que reestruturar seu horário de alimentação. A coisa mais fácil para fazer é alimentar ambos os animais ao mesmo tempo. Você pode querer os alimentar em áreas diferentes de sua casa, os mantendo longe de um ao outro enquanto eles comerem. Uma vez que o animal teve o abastecimento deles de comida, então remova a comida até a próxima refeição. Para manter distante o cachorro, pode usar você um portão ou coloque a comida do gato no alto. Para manter distante um gato, você pode ter que achar um impedimento para colocar ao redor da comida.

Brigitte Smith

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Vantagens da Fisioterapia

Thursday, December 3rd, 2009

As vantagens da fisioterapia são: diminuição no tempo de recuperação do animal, procedimento invasivo, não tem doping.

O ultrassom terapêutico favorece a circulação sanguínea, reduz edema, produz relaxamento muscular, favorece a recuperação da mobilidade articular, tratar a dor, etc.

A estimulação elétrica neuromuscular promove o aumento da força, resistência muscular e drenagem linfática.

O gelo é utilizado em lesões agudas (< 48 horas) e faz com que ocorra uma diminuição da atividade metabólica das células lesadas, diminui a dor e a inflamação.

Vet Therapy

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Como é feita a reabilitação

Friday, November 27th, 2009

A reabilitação animal é feita através de acupuntura, fisioterapia e quiropraxia veterinária.

Fonte: Vet Therapy

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O que é reabilitação animal

Thursday, November 26th, 2009

Reabilitação animal é a restauração à normalidade, ou o mais próximo possível dela, de forma e de função alteradas por algum tipo de lesão.

Vet Therapy

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A incrível sensibilidade animal.

Monday, November 23rd, 2009

Vários estudiosos pelo mundo todo, mergulham no fascinante mundo da sensibilidade animal. Pesquisadores como o Dr. Rupert Sheldrake, escritor e biólogo inglês e os pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D’Ambrosio que em seus livros relatam casos incríveis da percepção que os animais têm de doenças, acontecimentos e abalos sísmicos antes que os mesmos ocorram.

Todos os animais, algumas espécies mais particularmente, possuem capacidades de percepção que superam em muito àquelas humanas, a  tal ponto que seus feitos, observados um sem-número de vezes, em todos os tempos e lugares, fazem com que se confundam e se percam os limites entre a ciência e a magia.

Nas últimas décadas, o famoso cientista Rupert Sheldrake pesquisou o complexo universo das estranhas percepções dos animais e construiu a respeito uma teoria unitária relatada em seu livro Dogs that know their owners are coming home (Cachorros que sabem que seus donos estão chegando em casa).

No livro são apresentados diversos testemunhos relativos a prodigiosos eventos que têm como protagonistas animais capazes de perceber coisas que o homem não consegue.

Um estudo particular de Sheldrake é dedicado à telepatia.

A palavra significa aproximadamente “perceber de longe” e, nos casos relatados no livro, são descritas situações nas quais, por exemplo, gatos previram antecipadamente o retorno à casa do próprio dono, alguma situação de perigo a ele relacionada ou, mais simplesmente, captaram com o pensamento um chamado a distância do dono, sem que houvesse nenhuma possibilidade de ouvi-lo com os ouvidos físicos.

Sheldrake fala disso em seu livro, examinando casos de cães, gatos, cavalos e pássaros que conseguem voltar a seu domicílio, pouco importando a imensa distância que parecia tornar o feito praticamente impossível.

Tudo se passa como se os animais tivessem um mapa magnético na cabeça, um “radar” funcionando o tempo todo, capaz de conduzir seus passos em situações críticas. Uma espécie de GPS biológico.

Existem também capacidades particulares dos animais que, além de nos deixar atônitos, podem nos ser muito úteis.

Por exemplo, alguns cães preveem os ataques epiléticos nas pessoas, capacidade estudada e demonstrada em estudo conduzido pelo neurologista Adam Kirton, do Children’s Hospital, de Alberta, Canadá, em 2004.

O estudo, realizado com 60 cães, demonstrou que 15% deles são bastante precisos na previsão de uma crise epilética do próprio dono, sem necessidade de treinamento.

Para alguns cientistas, isso provavelmente deriva da capacidade olfativa que os animais possuem: antes de um ataque epilético, o corpo humano poderia sofrer alterações fisiológicas que levariam a mudanças na sudorese e na composição química do suor, modificações que os cães conseguiriam perceber, ou melhor, cheirar.

A mais conhecida capacidade paranormal dos animais é, sem dúvida, a de prever terremotos e outros importantes cataclismos geológicos.

Em 2004, horas antes do tsunami que devastou o litoral de vários países asiáticos, elefantes nas proximidades de praias na Indonésia e no Sri Lanka começaram a manifestar sinais de grande inquietação.

Vários arrebentaram as correntes que os prendiam e fugiram para o alto de colinas, como que prevendo que as áreas estavam prestes a serem inundadas.

Outra obra sobre o tema, Anche gli animali vanno in paradiso (Os animais também vão ao paraíso), dos pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D’Ambrosio (Edizioni Mediterranee), relata muitos episódios surpreendentes e inexplicáveis.

No capítulo sobre experiências conduzidas em laboratório e destinadas a provar que alguns animais percebem nitidamente os acontecimentos até mesmo quando são impedidos de usar seus sentidos normais, narra-se a história de um cão boxer que foi  ligado a um eletrocardiógrafo numa sala à prova de som, enquanto sua dona se encontrava em outro aposento.

Sem que a mulher fosse avisada, um indivíduo estranho invadiu a sala e começou a insultá-la e a ameaçá-la de agressão física.

A mulher ficou realmente amedrontada, e seu cão, trancado na outra sala, pareceu perceber que sua dona estava em perigo. O boxer entrou em agitação e seu ritmo cardíaco subiu violentamente.

Realidade ou magia, o fato é que a fisiologia animal é muito diferente da nossa, alguns o olfato extremamente superiores, outros a capacidade visual para cores e movimentos bem mais precisas que a humana e ainda alguns que ouvem sons que um ser humano jamais distinguiria. Tudo isso faz com que a riqueza do mundo animal cada vez seja mais um motivo de curiosidade e estudo para o homem.

Fonte: Revista Planeta

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Sinais de um animal saudável.

Thursday, November 19th, 2009

Se pararmos para observar nossos animais com o tempo aprendemos a linguagem deles. Sabemos quando ele está com fome, quer brincar, passear, dormir…

Para saber se ele está bem ou se tem algum problema de saúde aí vão algumas dicas, mas, olhe! Isso não é o suficiente. Sempre faça consultas de rotina com o médico veterinário, algumas doenças não apresentam sinais, e quando descobertas já estão em estágio avançado.

Animais saudáveis são ativos, têm bom apetite, pêlo brilhante, olhos claros, nariz úmido, mas não escorrendo, orelhas e dentes limpos, as fezes são firmes e a urina é amarela clara.

Examine seu animal com freqüência (1 vez por semana seria bom), observe os olhos e as orelhas se estão e sem secreção; a condição dos pêlos, se estão caindo, se há falhas, se estão opacos; examine a pele, se há irritação, feridas, parasitas; as condições das unhas, se elas estão no tamanho ideal e a região urogenital, se há feridas e secreções.

Com esses cuidados básicos será fácil ter um cão saudável, pois quando se trata uma doença no início, a recuperação é mais rápida.

Cynara Campanati – Vet Therapy

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Paralisia Animal curada através da Acupuntura.

Thursday, November 12th, 2009

A acupuntura veterinária tem sido cada vez mais aceita no mundo e tem sido rápida e amplamente integrada à prática clínica.

O termo “Acupuntura” é originário das palavras em latim acus = agulha e pungere = espetar, reúne na verdade duas técnicas: a estimulação de áreas definidas na pele por agulhas e/ou por transferência de calor para fins terapêuticos.

A acupuntura preenche uma lacuna  entre a medicina e a cirurgia.

De acordo com a natureza da Acupuntura, deve-se ter em mente  que a Acupuntura só pode ser indicada em doenças funcionais e reversíveis. Aquilo que já está destruído não pode ser curado, pode-se somente tratar os sintomas, como aliviar a dor, por exemplo. Esta forma de terapia normaliza funções orgânicas que estão alteradas, levando ao equilíbrio energético do organismo do animal.

ACUPUNTURA CÃO

Com o avanço da Medicina Veterinária e a oferta de exames  como mielografia e tomografia computadorizada, hoje pode-se constatar que inúmeros animais apresentam problemas de coluna, como osteófitos, hérnia de disco, calcificações, etc. Muitos desses problemas pode levar o animal desde a uma leve paresia (paralisia leve ou incompleta) até uma paralisia completa dos membros, alguns apresentam muita dor, paralisia de bexiga, etc.

Na maioria dos casos a Acupuntura cura o animal da paralisia, desde que não haja lesão irreversível da medula óssea. Alguns poucos casos necessitam de cirurgia, como por exemplo, quando o animal tem muita dor, que não melhora com medicamentos e Acupuntura e/ou quando a calcificação está muito grande impedindo a transmissão nervosa através da medula.

Lembrando que, o animal volta a andar, mas o problema (calcificação, osteófitos…) continuam lá, fazer uma seção mensal de manutenção é o ideal.

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