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O que é reabilitação e como ela pode ajudar seu animal.

Saturday, July 30th, 2011

fisioterapiaReabilitação é a restauração à normalidade, ou ao mais próximo possível dela, de forma e de função alteradas por algum tipo de lesão. Essa reabilitação é feita através de técnicas utilizadas como a acupuntura, fisioterapia e quiropraxia (arte de ajustar com as mãos as subluxações das articulações do corpo).

A reabilitação inclui  avaliação dos pacientes com limitações funcionais, incapacidade e/ou dificuldades de locomoção, dor, alterações de postura, etc. Após essa avaliação realizada pelo especialista da área, o protocolo de tratamento é traçado.

A reabilitação animal é usada desde a década de 80 nos Estados Unidos e na Europa e normalmente é usada como tratamento principal antes dos medicamentos convencionais e da cirurgia. O animal só é encaminhado para cirurgia se não responder à reabilitação, e quando submetido ao procedimento cirúrgico sua recuperação é mais rápida, pois a reabilitação melhorou sua condição física.

A  Acupuntura é uma técnica de estimulação de áreas definidas na pele, por agulhas e/ou por transferência de calor para fins terapêuticos. Preenche uma lacuna entre a medicina e a cirurgia.

Sabe-se que a acupuntura afeta todos os sistemas fisiológicos (função normal do corpo), agindo de forma a levar o organismo a encontrar seu equilíbrio energético, fazendo com que os bloqueios energéticos (pontos de dor) sejam desfeitos e a energia  flua corretamente pelo corpo. Consegue-se restaurar as atividades normais dos órgãos, vísceras, membros, desde que, não haja alterações estruturais irreversíveis (por exemplo, paralisia de membros por ruptura da medula espinal).

Trata problemas como paralisias, dor, dificuldades de locomoção, alteração de postura, hérnia de disco ou alterações ósseas, problemas de pele, problemas comportamentais, etc.

 A Fisioterapia é o tratamento de uma doença por meio de exercícios e aparelhos. Avalia, previne e trata os distúrbios de movimento. Atua nas mais diferentes áreas com procedimentos, técnicas, metodologias e abordagens específicas com o objetivo de tratar, minimizar e prevenir as mais variadas disfunções. 

Existem muitos recursos, como, por exemplo: o ultrassom terapêutico, laser, TENS, estimulação neuromuscular, campo magnético pulsátil, etc.

Muitos problemas podem ser tratados como: problemas articulares, musculares, ósseos, dor, dificuldade de locomoção, paralisias, atrofia muscular, artroses, etc. 

A Quiropraxia é a arte de ajustar com as mãos as subluxações das articulações do corpo. Um exame de palpação das articulações é realizado e as articulações que se apresentam desalinhadas são ajustadas.  Ela estimula a força recuperativa do corpo para curar-se sem o uso de medicamentos ou cirurgia.

Uma subluxação não permite que a informação nervosa flua corretamente, portanto ao ajustar o corpo do animal estamos ajudando o sistema nervoso para que ele possa recuperar sua funcionalidade, melhorando o movimento das articulações da coluna vertebral e das extremidades do animal. Esta melhora do movimento resulta em músculos, tendões e ligamentos mais resistentes, fortes e desenvolvidos.

Uma vértebra desajustada pode causar dor, alteração de postura e no andar, paralisias, agressividade, baixa performance em animais atletas, manqueira, etc.

Como é um tratamento especializado, somente o especialista da área pode especificar o número de seções, tipo de tratamento e duração do tratamento.

O animal pode aparentemente estar recuperado, mas se não estiver totalmente reabilitado pode ocorrer uma recaída ou aparecer outros problemas.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Origem do gato doméstico

Saturday, May 14th, 2011

angoraOs gatos domésticos de hoje são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens africanos, o que faz com que estes possuam diversas características em comum com os grandes felinos selvagens, como o hábito de caminhar silenciosamente usando suas almofadas plantares, as avançadas técnicas de caça e as presença de unhas retráteis. No entanto, cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos, atendendo assim ao objetivo de se criar um animal de pequeno porte, capaz de caçar roedores e viver nas mesmas habitações que os homens.

O seu mais antigo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período paleoceno, e possuia o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução desse animal deu origem ao Dinictis, animal que já possuia a maior parte das características presentes nos felinos atuais.

A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se à partir da África até alcançar as terras onde atualmente está o Egito. Inclusive, foram os egípcios o primeiro povo a adotar os gatos como animais de trabalho e estimação.

Quando as populações deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuir um forte instinto caçador, esses animais exerciam uma importante função na sociedade: acabar com os ratos que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.

Contudo, não tardou para que alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios, fazendo com que os gatos acabassem aumentando a sua área de abrangência. Ao chegarem na Pérsia antiga, também passaram a ser venerados. Lá havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, o homem estaria atingindo a si mesmo.

Com o passar do tempo os gatos passaram a ser considerados animais finos, ganhando uma boa posição do ponto de vista social. Eram inclusive utilizados como acessórios em eventos sociais pelas damas. Nessa época o gato começou a ser modificado para exposições, começando assim a criação de raças puras, com pedigree. Uma das primeiras raças criadas para essa finalidade foi a Persa, que ficou conhecida após sua introdução no continente europeu, realizada pelo viajante italiano Pietro Della Valle.

A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de certos padrões propagou-se por toda a Europa.

Atualmente, os gatos são um dos mascotes mais populares em todo o mundo, servindo ao homem como um bom animal de companhia e ainda continuam sendo utilizados por agricultores e navegadores de diversos países, como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores. Devido ao fato da sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário, eles podem facilmente converter-se à vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colônias e caçam em conjunto.

Fonte: Wikipédia

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Cuidados com as orelhas dos cães

Sunday, February 20th, 2011

otite_externaUm dos problemas mais comuns nos cães é a otite externa. Diferente das pessoas, os cães têm o canal auditivo muito longo e o formato em “L” dificulta a visualização do canal sem o otoscópio.

O formato em “L” do canal também dificulta a saída da água quanto ela entra no ouvido do animal, causando infecção e irritação. Os cães com orelhas pendulares, cria um ambiente aquecido, propício para o crescimento de bactérias.

É importante examinar as orelhas do animal para ver se há irritação ou formação excessiva se secreção. Descargas de secreção é sinal de inflamação.

Ao dar banho no animal, sempre coloque algodão nas orelhas para evitar que a água entre no canal auditivo. E após o banho, seque bem as orelhas.

Esteja mais atento aos cães com orelhas pendulares, se o cão coça insistentemente as orelhas ou sente dor ao ser tocado na região.   

Faça a limpeza das orelhas com algodão e produtos apropriados semanalmente.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Seu animal tem hipoglicemia?

Tuesday, January 11th, 2011

cãoA baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia) pode acontecer se o animal tiver um mal funcionamento do pâncreas.

O pâncreas produz insulina, que leva o açúcar (glicose) até as células do corpo para dar energia. Quando há excesso de insulina, o animal tem hipoglicemia.

Doenças no fígado, ou mesmo grande quantidade de parasitas intestinais que interfiram na digestão, podem causar hipoglicemia.

À medida que o batimento cardíaco e a respiração ficam mais lentos, os animais com baixa taxa de açúcar no sangue, tornam-se fracos, sonolentos, desorientados, cambaleantes e com o olhar parado. Podem ter convulsões, perder a consciência e entrar em coma.

Para saber se o animal tem hipoglicemia é preciso avaliar os sintomas e realizar exames laboratoriais.

Para manter o nível de glicose no sangue em níveis normais, o animal deve ser alimentado a cada 2 horas e deve-se evitar oferecer doces a ele.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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O que é e como evitar a raiva

Monday, October 11th, 2010

cãoMuito tem se falado quanto a suspensão da vacinação de animais contra raiva devido a problemas com a vacina, mas o que realmente é a raiva? Você sabe como ela é transmitida? Quais os sintomas?

A raiva é uma doença infecciosa aguda que acomete os mamíferos (homem e animais), causada por um vírus que se multiplica e se propaga (via nervos periféricos) até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica.

A forma mais comum de transmissão é através do contato com a saliva do animal contaminado, seja através de mordedura ou lambedura. As arranhaduras também têm potencial de contaminação, devido à salivação intensa dos animais doentes.

A fonte de infecção é o animal infectado com o vírus rábico. Em áreas urbanas,  é principalmente o cão (quase 85% dos casos) seguido pelos gatos. Em zonas rurais, além dos cães e gatos, morcegos, macacos, bovinos, equinos, caprinos, ovinos. Os animais silvestres são os reservatórios naturais para animais domésticos.

A transmissão se dá antes do aparecimento dos sintomas e durante o período da doença. No cão e no gato este período se inicia de 5 a 3 dias antes do aparecimento dos sintomas.

Nos animais a doença se desenvolve em um período de 21 dias a 2 meses após a contaminação e apresentam 2 formas: a furiosa e a paralítica. A furiosa caracteriza-se por inquietação, tendência ao ataque, anorexia, posteriormente coma e morte. Na paralítica o animal tende a se isolar e se esconder em locais escuros, apresenta paralisia nas patas traseiras que leva a morte.

Para prevenir é necessária a vacinação anual. Com a falta da vacina, tome alguns cuidados: não deixe seu animal ter contato com animais desconhecidos e não o deixe solto na rua.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Seu animal realmente precisa de cirurgia?

Saturday, August 14th, 2010

cão-jogando-bolaSe você fosse ao médico e ele lhe dissesse que você teria que fazer uma cirurgia, mesmo antes de tentar outros tratamentos menos invasivos e agressivos, o que você faria?

1 – Já marcaria a cirurgia, sem tentar outros tratamentos?

2 – Procuraria outros médicos para ouvir uma segunda, terceira ou até quarta opinião?

3 – Faria outros exames?

4 – Procuraria algum tratamento alternativo e então, só se não tivesse resultado, aí sim partiria para um procedimento cirúrgico?

Se fosse uma enquete, tenho certeza que o número 1 ficaria em último. Se as pessoas agem assim em suas vidas e de seus familiares, por que com seus animais as atitudes são diferentes?

Muitos profissionais têm submetido animais à procedimentos cirúrgicos desnecessários, seja por qual razão for, isso não importa, mas alguns animais têm sofrido muito com essa atitude. O risco de uma anestesia, o sofrimento físico e emocional de um pós-operatório e o pior, nem sempre o problema é solucionado e em alguns casos até agravado.

O que fazer então quando o profissional diz que o animal precisa de um procedimento cirúrgico?

Simples. Coloque-se no lugar de seu animal. Se estivesse com o mesmo problema que ele e seu médico lhe indicasse a cirurgia o que você faria?

Pode ter certeza que tomando essa atitude, você e seu animal receberão o melhor tratamento e posteriormente não haverá arrependimentos.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Como influenciamos os animais

Thursday, July 8th, 2010

Sua consciência influencia outros ao redor, influencia propriedades materiais, influencia o seu futuro e o seu animal também. Além da energia interna e particular de cada pessoa, somos influenciados pela energia dos outros com quem nos relacionamos, seja por período breve ou longo.

É você quem decide como se sentir ou agir, baseado nas maneiras que escolheu para perceber sua vida.

Há 12 mil anos os cães foram domesticados e passaram a conviver com o ser humano. Essa relação tão próxima criou uma cumplicidade capaz de modificar ambas as partes. Somos apaixonados por eles e eles não só dependem como são influenciados por nós.

De todas as espécies domesticadas, o cão sem dúvida é o que mais se adaptou ao mundo humano e abriu mão de quase todos os seus interesses para nos servir. Se no início essa relação se baseava na troca de favores, com o tempo passamos a buscar neles muito mais que proteção ou companhia. Eles se tornaram indispensáveis ao nosso bem estar.

De que maneira influenciamos os animais? Por que alguns se parecem tanto com seus donos, têm hábitos semelhantes e desenvolvem as mesmas doenças?

A Física Quântica defende que tudo o vibra na mesma sintonia se torna igual, ou pelo menos, influenciável. Através de trocas energéticas os seres vivos estabelecem conexões e desenvolvem formas de interação que influenciam tanto as emoções quanto o corpo físico. Homens e bichos convivendo intimamente acabam adquirindo hábitos e personalidade semelhantes, e a partir disso, podem ter as mesmas doenças.

A intimidade entre animais e o ser humano parece caminhar nessa direção. Estamos tão ligados que esquecemos que eles são diferentes de nós e têm necessidades muito específicas. Os criamos para serem dependentes e eles acabam pagando um preço alto por isso. Por não terem um cérebro racional, não entendem o que se passa além das fronteiras do apartamento onde moram. A maior parte dos animais sente uma grande ansiedade com a ausência do dono, além de estresse gerado pela falta de exercício, de laser e de contato social.

Os animais nos observam o tempo todo, aprendem a ler nossas emoções e desenvolvem estratégias cada vez mais sofisticadas para se comunicarem conosco.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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A comunicação dos animais

Friday, June 11th, 2010

cãoA faculdade da linguagem humana é o traço principal que nos distingue de outros seres do reino animal.

Nesse sentido, pesquisadores acreditam que um dia os animais irão adquirir nossa forma de comunicação, em especial, a linguagem, porém são unânimes ao relatar as muitas peculiaridades que deveriam ser adquiridas para tal, pois os animais possuem limitações anatômicas que os impedem do tipo de comunicação humana.

Apesar dessas limitações, no entanto, resultados advindos de estudos sobre comunicação animal têm surpreendido cada vez mais a comunidade acadêmica ao mostrar que os processos de comunicação entre eles são extremamente sofisticados tendo, muitas vezes, uma incrível semelhança com as  formas de comunicação humana.

Cada animal comunica-se com outros de sua ou de outra espécie através de mecanismos que são característicos dentro de seus respectivos grupos.

É inquestionável a capacidade que os animais têm de conhecer muito bem cada um destes gestos, odores ou sons e de diferenciá-los uns dos outros, conhecendo os seus significados exatos.

Nesse contexto, sabe-se que a comunicação entre os animais pode ser visual, táctil, química e sonora.

Alguns animais usam dessas formas de comunicação para sua própria identificação, para atrair fêmeas, para fugir ou afugentar predadores ou, até mesmo, para estabelecer hierarquias sociais ou demarcar territórios.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Seu animal é feliz?

Friday, May 28th, 2010

cãoComo saber se nosso animal é feliz?

Muitas vezes pensamos que se damos amor, comida, carinho, o animal está bem e feliz. Infelizmente, isso não é verdade. Então o que faz nosso animal feliz?

Além de tudo isso, o animal precisa viver de acordo com sua natureza e seus instintos. Se na natureza o animal vive em sociedade, em grupo e em casa ele fica o dia todo sozinho, com certeza ele ficará doente e triste, o contrário também é verdadeiro se você coloca um animal cujo instinto seja viver sozinho em um local com muitos animais, ele também não se sentirá bem.

Imagem um Border Collie, cujo instinto é trabalhar, fechado em um apartamento ou uma casa com quintal pequeno. Ele não tem o que fazer e começa a ficar frustrado.

Muitos problemas de comportamento são os animais dizendo: “olha, não estou bem, estou infeliz com meu estilo de vida”. Precisamos gastar um pouco de nosso tempo e estudar a raça do animal, como ele viveria solto na natureza e o que estamos oferecendo a eles.

O fato do animal correr ao seu encontro latindo e abanando o rabo nem sempre significa que ele está feliz.

Pense nisso!

Vet Therapy – Cynara Campanati 

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Gato doméstico – uma longa história

Monday, May 24th, 2010

gatoO gato doméstico é muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeira alimentar é um predador natural de diversos animais como roedores, pássaros e lagartixas.

A primeira associação com os humanos que se tem notícia ocorreu há cerca de 9500 anos, mas a domesticação é muito mais antiga.

Eles são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio.

Quando as populações deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Nesse momento os gatos passaram a fazer parte do cotidiano do ser humano.

Registros encontrados no Egito, como gravuras e estaturas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5000 anos. O amor deles pelos gatos era tão grande que havia leis que proibiam que os gatos fossem exportados.

Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia e ainda continuam sendo utilizados por agricultores.

Existem 34 raças de gatos.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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