Archive for the ‘gatos’ Category

Aumento de bolas de pelo em gatos

Tuesday, March 2nd, 2010

Dicas para ajudar nos cuidados médicos.

Nenhum dono de gato quer ter que lidar com bolas de pelo, mas eles são um problema comum com gatos. Eles são causados por um aumento de crosta de pele e falta de escovação. Gatos acabam engolindo a pele e o pelo e é onde começam os problemas. Uma vez que estes se alojam na garganta do gato, podem sufoca-lo. Esta é uma coisa desagradável de se ver.

O cuidado médico do gato está em olhar todos os aspectos de seu gato. Observe se há formação de crostas na pele. Um bom conselho é fazer uma escovação diária no seu gato. O cuidado é uma grande ajuda e sela o laço entre dono e o animal. Tenha certeza que você fazendo isto suavemente, o animal se tornará mais relaxado e sentará em seu colo todo o dia com você!

Considerando que alguns gatos têm pelo muito longo e grosso, é importante que você pergunte ao veterinário algum produto específico para melhorar isto. Você não pode fazer o gato parar de se lamber, como todos eles o fazem, por isso as bolas de pelo são um problema.

 Afortunadamente, cachorros não sofrem com este problema, como eles não se limpam lambendo a pele. Gatos têm que lamber a pele deles para se manterem limpos!

Uma vez que a bola de pelo entra no sistema digestivo, o gato começará a tentar tossir isto para fora. Quando o engasgamento começar, o dono do gato ficará um pouco nervoso. O gato tem que terminar de tossir para fora a bola de pelo, assim fique de olho. Fique atento para qualquer sinal preocupante e tenha certeza que o gato está pondo para fora a bola de pelo. Felizmente, há algumas coisas disponíveis para ajudar a tratar esse problema, assim fale com o veterinário para mais informações.

Cat Training

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Você sabe o que é um gato feral?

Tuesday, January 26th, 2010

Gatos ferais são descendentes de gatos domésticos mas nascem e vivem sem contato humano.  Qualquer ambiente que sustenta as pessoas pode manter os gatos selvagens que são conhecidos por ter prosperado em áreas urbanas, suburbanas e rurais em todas as partes do mundo civilizado.  Eles não devem ser confundidos com gatos selvagens ou gatos vadios (beco). Gatos selvagens são os descendentes de espécies selvagens.  Gatos vadios são os descendentes de gatos domésticos sem abrigo, mas ao contrário dos gatos selvagens tiveram contato prévio com seres humanos e, portanto, apresentam temperamento semelhante ao de um gato doméstico. 

Gatos ferais podem viver sozinhos mas normalmente são encontrados em grandes grupos chamados colônias selvagens. Estas colônias tendem a satisfazer dois critérios essenciais: um bom esconderijo (geralmente uma área de floresta, ou edifícios abandonados ou carros) e uma fonte de comida.  É por isso que isto que muitas vezes eles são vistos próximos de restaurantes. A vida média de um gato selvagem que sobrevive além de sua colônia é de cerca de dois anos para os gatos individuais e cinco anos para gatos em uma colônia administrada. Um gato doméstico que vive dentro de casa vive uma média de 12 a 18 anos, embora não raro, viverem mais de 20 anos.

Os gatos são extremamente adaptáveis, e os selvagens foram achados em condições de frio e calor extremo.

O impacto ambiental de gatos selvagens e não livres é um assunto de debate.  Parte desta preocupação decorre da crueldade para com os gatos e parte resulta de preocupações sobre a predação de espécies em extinção. 

O gato doméstico foi distribuído por todo o mundo por viajantes humanos e não é nativo a muitas partes do mundo.  A quantidade de danos ecológicos feita por gatos depende de condições locais, com o efeito mais severo ocorrendo em ilhas ecológicas.  As preocupações ambientais podem ser mínimas em lugares como o Reino Unido onde gatos são espécies estabelecidas e poucos e nenhuma das espécies de presa locais estão em extinção.  Na Austrália, Nova Zelândia e partes de Norte a América do Norte eles são considerados pestes devido à ameaça para espécies em extinção. 

Fonte: Wikipedia 

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Comportamento de arranhar dos gatos

Thursday, January 21st, 2010

Geralmente são dois os comportamentos de arranhar dos gatos: dirigida aos móveis da casa e às pessoas.

Arranhar um substrato, tanto vertical como horizontal, é um comportamento normal de demarcação felina. Pode fazer parte de um comportamento natural de cuidado com o corpo para afiar as garras e/ou remover material solto ou morto de unhas. Pode também ocorrer como tentativa de deixar marcas tanto visuais quanto de odor.

O gato pode eleger como alvos itens da casa se um poste de demarcação adequado não estiver disponível ou se estiver em um local que ele considere inadequado.

Como evitar que o gato arranhe os móveis:

1- Manter o gato fora das áreas onde a arranhadura acontece;

2- Forrar os móveis com uma colcha, por exemplo, que fornece pouco ou nenhum ponto de apoio para fincar as garras;

3- Oferecer locais e materiais alternativos para que ele possa arranhar ( escovas que são montadas na parede, dispensadores de alimento que funcionam por arranhadura, etc);

4- Torne os lugares inaceitáveis não atraentes (colocar fita adesiva dupla face nos locais que ele costuma arranhar, alguns gatos podem responder a aparelhos que emitem sons, evitando a área).

A localização é importante. Os itens devem ser colocados em um local onde o gato provavelmente os utilizará. Na maior parte das vezes isso significa perto da área onde ele dorme. A altura do poste também deve ser observada, o gato deve ser capaz de se esticar. O poste deve ser robusto e não cair quando usado.

Reprimendas físicas devem ser evitadas, já que não resolverão o problema e pode gerar agressão.

Vet Therapy

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Alergia e intolerância alimentar em gatos

Tuesday, January 12th, 2010

Em gatos, a alergia alimentar pode se associar com hipersensibilidade a picada de pulgas, agentes inalados ou coleira antipulgas intercorrente, é uma causa bem reconhecida de problemas dermatológicos felinos.

As reações adversas a alimentos podem ser tóxicas ou não tóxicas; se forem não tóxicas, podem ocorrer por intolerância ou por reações imunológicas (alérgicas).

A alergia alimentar pode ser definida como uma reação excessiva mediada imunologicamente a substâncias alimentares, a ser distinguida de intolerância alimentar, na qual podem estar implicadas deficiências enzimáticas, fatores farmacológicos e reações tóxicas, entre outros.

Os alergenos implicados incluem leite, carnes bovina, ovina, suína, de frango, equina, de peixe e ovos.

Os sinais clínicos incluem prurido não sazonal, que afeta, com frequência, cabeça e pescoço, incluindo otite externa. Também podem ser observadas dermatite miliar, alopecia simétrica, placa eosinofílica e dermatite ulcerativa secundária a autotraumatismo grave. Ocasionalmente, ocorrem sinais gastrointestinais de vômito ou diarréia.

Vet Therapy

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Agressão dos gatos

Wednesday, December 23rd, 2009

Embora os problemas de agressão se associem mais comumente com o comportamento canino, o perigo relacionado à agressão em gatos não deve ser subestimado. Gatos se envolvem algumas vezes em exibições agressivas contra seus proprietários ou outros da sua espécie.

A agressão é frequentemente subdividida em categorias, de acordo com a causa percebida. É importante considerar se a agressão tem motivação ofensiva ou defensiva.

1- Agressão como forma de defesa: em geral é usada em disputas por fontes alimentares e limites territoriais.

2- Agressão contra seres humanos: está relacionada ao medo, à frustração, alimentação manual, e em alguns casos, ao comportamento predatório mal direcionado.

3- Agressão relacionada ao medo: ocorre quando este se sente ameaçado por alguém ou algo em seu ambiente.

4- Agressão relacionada à frustração: filhotes tratados com alimentação manual.

5- Comportamento predatório mal direcionado: a motivação para caça e a sensação de fome são controlados separadamente em gatos, e, portanto, mesmo que muito bem alimentados, ainda terão o desejo de caçar. Essa predação mal direcionada é provocada invariavelmente pelo movimento.

6- Agressão entre gatos: geralmente é motivada por respostas territoriais e problemas de integração social.

Vet Therapy

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Como tratar o medo dos felinos – Parte II

Monday, December 21st, 2009

As técnicas de modificação comportamental em felinos incluem:

1- Dessensibilização sistemática: redução da resposta a estímulo nocivo por meio de relaxamento, em vez da introdução de um segundo estímulo não condicionado.

2- Contracondicionamento: processo pelo qual a resposta comportamental é alterada por meio de associação de estímulo anteriormente condicionado com um novo não condicionado para produzir resposta que seja comportamental e fisiologicamente incompatível com o comportamento indesejável.

3- Habituação: forma de aprendizado não associativa pela qual se reduz resposta comportamental por meio de exposição repetida ao estímulo.

4- Inundação: exposição a estímulo nocivo sem oportunidade de fugir. Não é recomendada na medicina felina.

5- Exposição controlada: apresentação de estímulo indutor de medo, em maneira controlada, enquanto se limita as oportunidades de fuga do animal. Ao contrário da inundação, os efeitos aversivos da exposição são limitados pela garantia de que o estímulo está diluído quando é apresentado.

Vet Therapy

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Como tratar o medo dos felinos – Parte I

Friday, December 18th, 2009

As técnicas de modificação comportamental usadas no tratamento de medos em felinos são as mesmas empregadas  no campo canino, mas a maneira como são aplicadas é modificada, para considerar diferenças entre cães e gatos em termos de comportamento natural e percepção de recompensa.

Um dos  fatores mais importantes no sucesso de qualquer tratamento comportamental de medos felinos é a aplicação correta de reforço e, portanto, torna-se essencial a compreensão do valor relativo dos recursos para gatos.

A seleção de recompensas, com valor suficiente para ignorar a resposta de medo, pode ser difícil, e com alta prioridade para fuga como estratégia de defesa para gatos, pode ser difícil mantê-los nas adjacências do estímulo indutor de medo, enquanto se aplicam técnicas de modificação comportamental.

Quando se lida com gatos que exibem problemas comportamentais relacionados ao medo, torna-se essencial que os proprietários percebam que o animal precisa se sentir no controle da situação. Portanto, é improvável que forçá-lo a confrontar seu medo seja efetivo. No entanto, o fato de que a fuga é altamente motivada significa que, em alguns casos, pode ser necessário bloquear sua rota, enquanto se empreende a dessenbilização e o contracondicionamento.

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O medo nos felinos

Thursday, December 3rd, 2009

Alguns gatos medrosos podem ficar mais dependentes do proprietário, à medida que outros podem não ter confiança em lidar com os membros da família. Em casos extremos, esses animais podem continuar a formar ligações anormais com seus proprietários e exibir comportamentos relacionados a separação.

Os estímulos indutores de medo mais comumente documentados em gatos incluem outros animais, estranhos, ruídos e experiências incomuns como viagens ou visitas à clínica veterinária.

Gatos que estão reagindo de maneira  medrosa a estímulos que não são indutores inatos de medo podem fazê-lo por várias razões. Uma das mais comuns é a falta de socialização e habituação apropriadas.

O  período fundamental de desenvolvimento do comportamento é chamado de período de socialização e em filhotes dura de 2 a 7 semanas de idade.

Outro fator importante na determinação da personalidade é a genética.

A idade avançada pode ser um fator no início de um comportamento medroso e a perda de competência social.

Vet Therapy

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Problemas comportamentais em gatos

Tuesday, December 1st, 2009

Muitas alterações comportamentais em felinos podem ser associadas com doença clínica.

As ligações entre doença felina do trato urinário inferior e eliminação imprópria de dejetos dentro de casa destacam a necessidade de qualquer animal.

Afecções patológicas podem acarretar problemas comportamentais contínuos (mesmo quando a própria afecção for resolvida).

O diabetes melito também é diagnosticado em gatos que foram apresentados originalmente em razão de colapso no treinamento doméstico e de agressão a proprietários ou outros gatos no ambiente doméstico e constitui, algumas vezes o primeiro sinal de hipertireoidismo em gatos idosos.

Além das manifestações comportamentais de doença física, é fundamental lembrar que sintomas comportamentais podem resultar de alterações no equilíbrio neuroquímico no interior do sistema nervoso central.

Antes de qualquer tentativa terapêutica comportamental ser instituída, realizar um exame clínico completo.

Vet Therapy.

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Intoxicação em gatos

Friday, November 27th, 2009

Deve-se considerar que os gatos estão expostos a uma grande variedade de toxinas potenciais, incluindo agentes tão diversos quanto drogas de prescrição, substâncias químicas, produtos domésticos e plantas.

A exposição não é limitada à via oral, mas também pode envolver inalação e administração percutânea ou parenteral.

A maior parte dos casos de toxicoses felinas é acidental, em vez de ter natureza intencional ou iatrogênica.

Um dos principais fatores responsáveis pela suscetibilidade dos felinos a vários compostos tóxicos se relaciona diretamente a sua capacidade limitada de metabolizar e destoxicar tais compostos, particularmente em comparação com outras espécies como os cães.

gato

O envenenamento com raticidas é um fenômeno comum em gatos, com a exposição dos animais a uma variedade de meios, incluindo preparação negligente  de iscas e envenenamento secundário pela ingestão de roedores.

Os inseticidas representam fonte comum de envenenamento para gatos. A intoxicação sempre se segue à aplicação ou à ingestão de organofosforados ou carbamatos usados como inseticidas.

Os gatos podem se intoxicar também com moluscicidas, herbicidas, metais (chumbo, arsênio, mercúrio), produtos domésticos, produtos medicinais (salicilatos, paracetamol), produtos dietéticos (vitamina A).

Fonte: Vet Therapy

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