Archive for the ‘gatos’ Category

Tratamento de câncer em gatos

Saturday, July 16th, 2011

câncer em gatosCâncer é uma doença comum em gatos, tal como em outras espécies domésticas e em seres humanos.

A experiência obtida a partir da medicina humana tem resultado no desenvolvimento de tratamentos em animais e muitos medicamentos utilizados foram desenvolvidos para o tratamento de seres humanos, porém alguns utilizados em cães e humanos não são adequados para gatos.

A maior parte dos tumores surge a partir da transformação neoplásica de uma única célula tronco. Inicialmente os tumores crescem rapidamente, mas a velocidade de crescimento diminui à medida que o tamanho aumenta.

A fração de crescimento constitui o fator mais importante que determina a resposta de um tumor à quimioterapia, pois a maioria dos medicamentos é ativa apenas contra células em crescimento e em divisão. O período ideal para tratar um tumor com quimioterapia é no início de seu curso de desenvolvimento, quando a carga tumoral é baixa, o tempo de duplicação é curto e a fração de crescimento é alta. As células em repouso dentro de um tumor também são essenciais, pois formam um reservatório protegido a partir do qual um tumor pode se reformar. Portanto, essas células determinam o resultado definitivo do tratamento.

Inicialmente, os tumores são compostos de um grupo de células razoavelmente homogêneas, mas com divisões celulares sucessivas, ocorrendo mutações genéticas que conferem propriedades fenotípicas diferentes nas células filhas. Logo, a população celular de um tumor torna-se heterogênea com relação às características bioquímicas, morfológicas e de resposta à droga.

Alguns tumores são resistentes à quimioterapia; por exemplo, muitos carcinomas e o melanoma maligno. Tumores grandes e de crescimento lento também são, por causa da fração de crescimento baixa. As células tumorais, da mesma forma podem adquirir resistência por meio de mutação.

O objetivo teórico de qualquer tratamento de câncer é reduzir a população de células tumorais a zero. Pode-se usar regimes de quimioterapia radicais se a intenção for curar o tumor. No entanto, em medicina veterinária, tem que ser alcançado um equilíbrio entre eficácia e toxicidade do tratamento.

A quimioterapia deve ser reservada para tumores malignos que sabidamente respondam aos medicamentos. É indicada contra doenças disseminadas ou sistêmicas, como linfoma, mielona, leucemia. A quimioterapia raramente tem valor como único tratamento de tumores sólidos, como carcinoma, sarcoma, melanoma, nesse caso a cirurgia ou radioterapia seriam a primeira escolha de tratamento.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A história do gato gigante

Saturday, June 18th, 2011

Maine CoonDiz-se que o Maine Coon surgiu do cruzamento entre gatos selvagens com guaxinins (racoons em inglês). Essa crença lhe deu o nome de CoonCat ou simplesmente Coon. Posteriormente, a denominação da raça incorporou-se a de sua região de origem. 
 
Difundido em meados de 1953 pelo estado do Maine, leste do EUA, na verdade o Maine Coon é resultado do cruzamento de gatos americanos de pêlos curtos com raças de pelos longos. 
 
A raça impressiona pelo tamanho e personalidade afetiva. Pode chegar a pesar 10 Kg e ultrapassar esse peso quando castrados e demorar até 4 anos para atingir a estatura adulta. Possui mais de 60 cores (preto, branco, creme, cinza, marrom e combinações entre elas). 
 
Imponentes e majestosos, apresentam pelagem exuberante, necessita de escovação diária. 
 
Devido ao seu espírito caçador, são mais predispostos a vida ao ar livre. Convive pacificamente com outros gatos, cães ou outros animais, é um excelente companheiro. Apesar de ser grande e forte, não é agressivo. Dificilmente se ouve um ronasdo e o miado é fraco como de um filhote. 
 
O gato mais longo do mundo chama-se Leo, pesa 15,8 Kg e mede do focinho ao rabo 1,219 metros.   

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Origem do gato doméstico

Saturday, May 14th, 2011

angoraOs gatos domésticos de hoje são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens africanos, o que faz com que estes possuam diversas características em comum com os grandes felinos selvagens, como o hábito de caminhar silenciosamente usando suas almofadas plantares, as avançadas técnicas de caça e as presença de unhas retráteis. No entanto, cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos, atendendo assim ao objetivo de se criar um animal de pequeno porte, capaz de caçar roedores e viver nas mesmas habitações que os homens.

O seu mais antigo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período paleoceno, e possuia o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução desse animal deu origem ao Dinictis, animal que já possuia a maior parte das características presentes nos felinos atuais.

A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se à partir da África até alcançar as terras onde atualmente está o Egito. Inclusive, foram os egípcios o primeiro povo a adotar os gatos como animais de trabalho e estimação.

Quando as populações deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuir um forte instinto caçador, esses animais exerciam uma importante função na sociedade: acabar com os ratos que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.

Contudo, não tardou para que alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios, fazendo com que os gatos acabassem aumentando a sua área de abrangência. Ao chegarem na Pérsia antiga, também passaram a ser venerados. Lá havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, o homem estaria atingindo a si mesmo.

Com o passar do tempo os gatos passaram a ser considerados animais finos, ganhando uma boa posição do ponto de vista social. Eram inclusive utilizados como acessórios em eventos sociais pelas damas. Nessa época o gato começou a ser modificado para exposições, começando assim a criação de raças puras, com pedigree. Uma das primeiras raças criadas para essa finalidade foi a Persa, que ficou conhecida após sua introdução no continente europeu, realizada pelo viajante italiano Pietro Della Valle.

A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de certos padrões propagou-se por toda a Europa.

Atualmente, os gatos são um dos mascotes mais populares em todo o mundo, servindo ao homem como um bom animal de companhia e ainda continuam sendo utilizados por agricultores e navegadores de diversos países, como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores. Devido ao fato da sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário, eles podem facilmente converter-se à vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colônias e caçam em conjunto.

Fonte: Wikipédia

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Atividades para gatos

Tuesday, July 27th, 2010

gato brincandoOs gatos são menos ativos que os cães. Algumas pesquisas calculam que os gatos dormem de 16 a 18 horas por dia. Quem tem gato concorda que eles gostam de cochilar. Mesmo que o seu gato seja dorminhoco, ele precisa de exercícios para se manter saudável e gastar energia.

O gato com muita energia fica entediado e então estragar os móveis, derrubar coisas das estantes, vasculha a lata do lixo. Os filhotes andam pela casa, sobem e descem dos móveis, andam em torno da mesa e perto das paredes. Alguns gatos precisam de motivação para se exercitar.

Existe no mercado muitos brinquedos que estimulam o gato a brincar. Os brinquedos amarrados a um bastão, bolas, ratinhos, lanternas, etc.

A perseguição é outro bom jogo. Basta ir atrás do seu gatinho até que comece a correr, então persiga-o pela casa.

Deixe sempre brinquedos à disposição do gato pela casa e no horário em que você estiver presente brinque com ele por alguns minutos, isso irá estimulá-lo.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Você deveria ter um gato, veja porque.

Thursday, July 15th, 2010

gatoA crença de que o gato só serve para caçar ratos já era, veja porque eles são importantes em nossa casa e nossa vida.

Sua consciência influencia outros ao redor, influencia propriedades materiais, influencia o seu futuro e o seu animal também.

De todas as espécies domesticadas, o cão sem dúvida é o que mais se adaptou ao mundo humano e abriu mão de quase todos os seus interesses para nos servir. Se no início essa relação se baseava na troca de favores, com o tempo passamos a buscar neles muito mais que proteção ou companhia. Eles se tornaram indispensáveis ao nosso bem estar.

A maior parte dos animais sente uma grande ansiedade com a ausência do dono, além de estresse gerado pela falta de exercício, de lazer e de contato social.

Você acha que é coincidência alguns animais apresentarem as mesmas doenças ou problemas que seus donos? Isso é sinal de que o dono está tendo uma energia ou padrão de pensamento que faz com que ele apresente o problema. Essa energia influencia o animal e ele passa a vibrar na mesma frequência, ou seja, negativamente, e logo começa a apresentar os mesmos problemas que o dono.

Uma coisa interessante acontece com os gatos, eles ao contrário dos cães, limpam nossa energia negativa.

Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover a energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós.

E-book: Os segredos de adestramento do dono

Vet Therapy – Cynara Campanati

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10 dicas para evitar problemas respiratórios em gatos

Wednesday, May 26th, 2010

gatoEm gatos, a doença respiratória infecciosa permanece um problema clínico significativo, apesar do uso disseminado de vacinação por cerca de 30 anos.

Em geral, a doença é observada mais comumente onde gatos são agrupados, tais como em gatis ou estabelecimento de reprodução, particularmente em filhotes, pois perdem seus anticorpos de origem materna.

Para se evitar a disseminação dos vírus respiratórios em gatos, veja as dicas a seguir:

1- Certificar-se que os gatos estejam vacinados;

2- Abrigá-los individualmente, a menos que eles provenham do mesmo ambiente doméstico;

3- Construir gatil com repartições sólidas entre os cercados;

4- Dispor o cercado de forma que comedouros, bebedouros e a bandeja sanitária fiquem facilmente acessíveis, sem ter que entrar no cercado;

5- Lavar as mãos com desinfetante entre cada visita aos cercados;

6- Usar botas de borracha e pisar no pedilúvio com desinfetante ao entrar e sair do cercado;

7- Usar bandejas de alimento descartáveis ou ter 2 jogos para alternar, enquanto são desinfetados;

8- Prepara o alimento em uma área central;

9- Colocar os gatos que apresentam sinais de doença respiratória, ou tiveram doença respiratória em uma seção separada em uma extremidade do gatil e alimentá-los por último.

10- Manter o ambiente com ventilação adequada, umidade relativa baixa e temperatura ambiente ideal.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Gato doméstico – uma longa história

Monday, May 24th, 2010

gatoO gato doméstico é muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeira alimentar é um predador natural de diversos animais como roedores, pássaros e lagartixas.

A primeira associação com os humanos que se tem notícia ocorreu há cerca de 9500 anos, mas a domesticação é muito mais antiga.

Eles são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio.

Quando as populações deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Nesse momento os gatos passaram a fazer parte do cotidiano do ser humano.

Registros encontrados no Egito, como gravuras e estaturas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5000 anos. O amor deles pelos gatos era tão grande que havia leis que proibiam que os gatos fossem exportados.

Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia e ainda continuam sendo utilizados por agricultores.

Existem 34 raças de gatos.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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Comportamento destrutivo dos gatos

Thursday, March 25th, 2010

Gatos jovens e adultos podem ser bem exuberantes e brincalhões. Porém, frequentemente, brincadeira e exploração resultam em danos ou consequências indesejadas. As queixas mais citadas incluem escalar cortinas e mobília, destruir objetos ao subir em prateleiras e mesas e comportamentos de brincadeira indisciplinados.

Os problemas dos quais os proprietários se queixam são, na maioria das vezes, parte das brincadeiras normais do repertório dos gatos, mas comportamentos perturbadores para os proprietários.

Em geral as queixas são relativas a gatinhos e gatos jovens, com menos de dois anos de idade.

Se o gato for destrutivo quando deixado sozinho em casa, um local de confinamento seguro pode ser mais adequado, tal como um aposento com comida, água, bandeja sanitária, várias torres para escalar e brinquedos.

O foco principal é providenciar válvulas de escape apropriadas para brincadeiras e explorações, ao mesmo tempo em que se tornam outros locais indisponíveis ou não atrativos.

Vet Therapy

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Displasia coxofemoral em gatos

Tuesday, March 9th, 2010

As características radiográficas da displasia coxofemoral são frequentementes observadas em gatos, mas constituem geralmente achados acidentais, não associados com claudicação de membro posterior. A doença pode produzir osteoartrite secundária. As características radiográficas são semelhantes às dos cães; por exemplo, alargamento do espaço articular lateral e medial, subluxação da cabeça femoral, acetábulo raso e desenvolvimento de osteófitos.

Algumas vezes, os sinais clínicos podem ser graves, incluindo marcha com perna traseira agachada, gritos com dor, incapacidade de subir escadas, relutância em defecar, dor e crepitação nas articulações coxofemorais.

O tratamento tem incluído ressecção do músculo pectíneo e ressecção da cabeça femoral. Casos leves podem responder a repouso e antiinflamatórios. Tratamentos alternativos como a acupuntura e a fisioterapia também oferecem bons resultados.

Vet Therapy

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Estratégias para treinamento de gato com guia

Thursday, March 4th, 2010

Frequentemente foi visto que sempre que um dono de gato abre a porta, o gato sai de casa. Provavelmente o gato é curioso e quer dar uma olhada no mundo externo. Se isso for seu problema, então você deveria considerar o treinamento com guia. É considerado que gatos são muito teimosos e assim a pergunta é bastante óbvia, você pode colocá-o em uma guia? A resposta é sim, podem ser treinados gatos em guias e coleiras. O truque está em fazer  do jeito certo. A maioria dos gatos (não todos) pode ser treinada com paciência. 

Antes de decidir se você quer que seu gato seja treinado, você precisa determinar se é mesmo necessário. Seu gato ama o ao ar livre ou é um gato que gosta de ficar todo o tempo em lugar fechado? Se todas suas necessidades estiverem satisfeitas dentro da casa, eles raramente deixarão a casa. Considerando a natureza felina deles, eles têm certos instintos de caça. Estes instintos podem ser satisfeitos colocando um alimentador para aves protegido e dentro do campo de visão (fora de alcance) do gato. Também tente colocar um pouco de grama verde dentro do alcance deles, assim sempre que eles precisarem comer, estará disponível a eles. Se tudo isso não satisfizer seu gato, o treinamento com guia pode ser sua melhor opção. 

Da mesma maneira que com qualquer tipo de treinamento, treinamento com guia de gato levará uma quantia considerável de tempo.

Para começar coloque uma coleira em seu gato. Não aperte a coleira, a mantenha frouxa, de forma que o gato se acostume a isto. Também, não caminhe ou arraste o gato na primeira vez você pôs a coleira nele. Deixe-o se acostuma a isto. Este é o segredo de um treinamento. Tente este método durante alguns minutos no primeiro dia. 

Se o gato mostrar intranquilidade, o distraia oferecendo o brinquedo favorito dele ou comida. Repita isto durante vários dias até o gato estar acostumado à coleira. Uma vez que estiver confortável, mantenha a correia todos os dias por poucos minutos. 

Logo, tente caminhar seu gato ao redor da casa. Uma vez que ele estiver acostumado a caminhar com a guia, tente leva-lo ao ar livre. Depois, deixe-o com a coleira por períodos mais longos. Se o gato neste momento estiver confortável, então considere seu gato treinado para caminhar com uma guia. Da próxima que vez você sair, coloque a guia e leve-o com você.

O treinamento do gato para caminhar com guia pode ser difícil e o segredo para seu sucesso é ter em mente a natureza inata dos gatos. Um gato precisa de comida, abrigo e amor, assim você tem que usar estas coisas como ferramentas. Sempre que você está dando qualquer tipo de treinamento a seu gato, comida é o motivator maior. 

 
Cat Training

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