Archive for the ‘cães’ Category

Do que seu cão realmente precisa?

Saturday, October 29th, 2011

cãoVocê conhece as reais necessidades de seu animal? A maioria das pessoas conhece, mas é sempre bom recordar.

Para ser saudável e feliz, seu cão precisa:

1- de dieta balanceada (água fresca e ração apropriada, restos de comida não serão suficientes para atender as necessidades diárias dele);

2- de cuidados básicos (a higiene é muito importante para evitar infestação por parasitas);

3- de exercícios (para evitar futuros problemas de saúde);

4- de cama com cobertor limpo (proteção contra temperaturas altas e baixas);

5- de cuidados com os pelos;

6- ser adestrado;

7- de cuidados quando você sair de férias;

8- de companhia (cães são sociáveis e ficarão infelizes se deixados sozinhos por muito tempo);

9- se for necessário amarrar o animal, utilize um fio longo de correr, correntes fixas ou cordas podem se enrolar no cão e causar ferimentos;

10- vacinas e vermífugos;

11- castração do animal (todos os anos, centenas de milhares de cães são sacrificados por não haver lares adequados em número suficiente);

12 – acompanhamento veterinário.

Fonte: WSPA

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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6 Dicas para um banho rápido e fácil

Friday, September 30th, 2011

banho_cãoMuitos proprietários de cães gostam de cuidar dos seus animais e dentro dos cuidados básicos estão o banho e o cuidado com os pelos.

Aqui seguem dicas para um banho rápido, fácil e sem imprevistos:

Se o animal tem pelo curto:

1- Nos dias frios, o banho a seco é uma opção. Leia atentamente as instruções de uso do produto que você utilizará antes de iniciar o procedimento. Esses produtos são aplicados no animal com a ajuda de um pano, no sentimento do crescimento do pelo e depois o animal deve ser seco utilizando a toalha ou o secador. Esse tipo de banho ajuda a diminuir os odores do animal, mas não substitui o banho com água.

2- Não se esqueça de limpar bem a parte interna das orelhas, utilize uma bola de algodão com produtos de limpeza de ouvido próprio para animais.

3- Antes de molhar o animal coloque algodão no ouvido a fim de evitar a entrada de água e uma possível otite.   Utilize água morna. Tenha a mão os produtos que utilizará (sempre produtos específicos para animais). Molhe o pelo do animal, aplique o shampoo e massageie o pelo para espalhar o produto. Retire o shampoo com água, não deixe resíduos. Seque o animal com uma toalha para retirar o excesso de água, depois utilize um secador na temperatura morna, mantenha o secador a uma distância de 20 cm do animal para evitar queimaduras. O pelo deve ser totalmente seco.

4- Utilize uma escova macia para escová-lo a cada 3 dias e retirar os pelos mortos.

Se o animal tem pelo longo:

5- Antes de molhar o animal coloque algodão no ouvido a fim de evitar a entrada de água e uma possível otite.   Utilize água morna. Tenha a mão os produtos que utilizará (sempre produtos específicos para animais). Molhe o pelo do animal, aplique o shampoo e massageie o pelo para espalhar o produto. Retire o shampoo com água, não deixe resíduos. Se utilizar algum tipo de creme condicionador ou para desembaraçar, aplique-o deixando um dedo da raiz até as pontas, massageie o pelo. Retire o creme com água. Seque o animal com uma toalha para retirar o excesso de água, depois utilize um secador na temperatura morna, mantenha o secador a uma distância de 20 cm do animal para evitar queimaduras. O pelo deve ser totalmente seco.

6- Para desembaraçar o pelo e desfazer os nós utilize uma escova de pinos sem bolinhas nas pontas, pente de aço e fluído desembaraçador. Divida o pelo pelo dorso e comece pela raiz, escove até as pontas. Se a escova para no meio do caminho, abra os pelos com a mão e tente desfazer o nó com as pontas dos dedos. Em seguida passe o pente de metal, sem puxar. Divida o pelo em várias partes.

Nunca utilize produtos medicamentoso no animal sem antes consultar um médico veterinário.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Obesidade canina

Saturday, June 4th, 2011

cão gordoA obesidade é a doença nutricional mais comum em sociedades desenvolvidas e estima-se que 25 a 35% dos cães estão com sobrepeso.

Ela é responsável pela diminuição da capacidade física do animal, por doenças associadas e, frequentemente, por locomoção dolorosa. É resultado do excesso de energia, obtido pela alimentação, em relação ao gasto energético do animal. Esse desequilíbrio pode ter origem no próprio animal, problemas comportamentais, mas também em fatores associados ao manejo estabelecido pelo próprio proprietário.

Algumas considerações:

1- O excesso de peso durante a fase de crescimento se agrava progressivamente.

2- É responsável pela infiltração de gordura nos órgãos e por maior esforço mecânico do corpo.

3- Cães com dores realizam menos exercício tendo maior tendência para engordar.

4- Afeta o bem-estar psíquico do animal (a falta de movimentos diminui os contatos sociais).

5- Potencializa possibilidades de complicações em intervenções cirúrgicas.

 Programa de emagrecimento:

1- Avaliar o modo de interagir com o animal: adotar outros tipos de interação (brincar, acariciar, escovar) em substituição a alimentos em resposta à solicitações por atenção.

2- Todos os membros da família devem respeitar o programa.

3- A perda de peso resulta da associação entre o consumo de alimento hipocalórico (baixo teor energético) e o aumento do nível de atividade física do cão.

4- Recomenda-se o fracionamento da dose diária em 3 ou 4 refeições, evitando-se a sensação de fome.

5- O exercício físico, adaptado de forma gradual, estimula o gasto energértico e favorece a preservação da massa muscular.

6- Verifique no pacote de ração a quantidade diária indicada ao peso e porte do animal.

Fonte: Revista CFMV

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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A domesticação do cão

Saturday, May 28th, 2011

cãoNo processo de domesticação, o cão é inserido no convívio humano, por isso, é extremamente necessário que seja socializado, para que possa interagir com seres humanos de uma forma coerente e socialmente aceita. Ao ser socializado, o cão passa a ter uma relação mais harmônica com sua família humana.

Considerando que a maioria dos ataques acontece em contextos familiares e comumente são direcionados a pessoas e amigos, a socialização torna-se uma necessidade mais significativa. Por meio do processo de socialização, o cão não ataca uma criança conhecida quando ela invade o seu território por não identificá-la nem como ameaça, nem como presa.

A fase da vida que vai de oito a dezesseis semanas é considerada um ponto crítico no desenvolvimento emocional dos cães. Nessa fase, o cão aprende com muito mais facilidade e de uma forma mais intensa e duradoura o que é seguro ou não para ele.

Cães que até as 16 semanas não têm contato com pessoas passam a se comportar como selvagens, o que o torna incapaz de aprender comandos simples de adestramento.

O processo de socialização primária caracteriza-se pela apresentação positiva ao filhote (8-16 semanas) de todos os fatores controláveis que farão parte da sua vida. Esses fatores controlados são: pessoas de diferentes idades e diferentes etnias, brinquedos e objetos.

Fonte: Revista CFMV

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Raça X Comportamento

Saturday, May 21st, 2011

cãoSerá possível que uma característica comportamental, como a agressividade, seja transmitida para a geração seguinte?

Da mesma forma que características morfológicas podem ser herdadas de gerações passadas, características neurofisiológicas também podem. Portanto, a predisposição genética para diversos problemas comportamentais pode justificar uma possível associação entre agressividade e raça do cão.

Tal relação pode ser justificada com diferenças nos níveis de neurotransmissores ou na eficiência de seus receptores no Sistema Nervoso Central, favorecendo, ou não, o surgimento de problemas como agressividade ou ansiedade.

Alguns artigos associam alterações estruturais nos cérebros de cães agressivos e não agressivos. Por exemplo, há um aumento do número de receptores para andrógenos na amígdala em cães machos agressivos comparados a não agressivos. Também há aumento no número de receptores serotoninergérgicos no córtex frontal, hipocampo e tálamo dos cães agressivos comparados aos não agressivos, etc.

Esses aspectos, entre outros, poderiam alicerçar os argumentos favoráveis à associação entre raça e agressividade, porém ainda não é possível responder à pergunta se há uma associação direta entre agressividade e raça.

Fonte: Revista CFMV

Vet Therapy - Dra. Cynara Campanati

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A origem do cão doméstico

Sunday, May 8th, 2011

loboDesde sua origem o cão é submetido a seleção natural, através da adaptação ao meio ambiente e a seleção artificial, através dos seres humanos.

No início da domesticação, os seres humanos conservaram aqueles animais menos agressivos e menos arredios, provavelmente selecionando aqueles com características morfológicas que diferiam dos exemplares selvagens, fato que pode ter possibilitado a grande variedade morfológica encontrada nos cães domésticos hoje em dia.

O cão doméstico tem o lobo como ancestral. Exemplares dessa espécie foram, ao longo do tempo, sendo selecionados para diversas aptidões, sendo hoje, um animal com potencial maior de cognição social que os lobos selvagens, destacando-se até de grandes primatas em certas tarefas que dependem da leitura de sinais corporais humanos.

As primeiras associações entre homens e cães foram encontradas na China e remontam há 150.000 anos. Há cerca de 10.000 anos, ao deixar de ser nômade e caçador para ser produtor e criador do seu alimento, o homem precisou domesticar o ancestral do cão para auxiliá-lo na caça e, posteriormente, no cuidado do gado.

A fixação dos padrões raciais só apareceu a partir do Século XVI para os cães de caça e prosseguiu ao longo dos séculos.

As raças são fruto de seleção natural, seleção artificial e do cruzamento  entre animais de padrões diferentes. O reconhecimento das raças depende da organização das pessoas que criam os cães em associações ou clubes, nos quais seus integrantes estabelecem padrões morfológicos e comportamentais.

Entre animais da mesma raça podem existir linhagens diferentes, que são desenvolvidas pelos criadores a partir da seleção das matrizes e padreadores para personalizar sua criação.

Fonte: CFMV

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Comportamento do cão adulto

Sunday, April 24th, 2011

cãoO cão adulto se comporta com mais seriedade. É uma fase em que ele gosta e necessita de exercícios a fim de garantir uma velhice saudável.

Cuidados veterinários regulares e boa alimentação são cuidados fundamentais, porém conhecer o comportamento do animal adulto evitará alguns dissabores .

Os cães adultos tendem a ter um controle hierárquico, seja com outros animais ou os donos. Ele controla a ocupação do espaço e a movimentação dos indivíduos do grupo.

Fique atento as alterações de comportamento comuns aos cães adultos:

1- Agressão: ela pode ser predadora (animal alimentado inadequadamente, ele está faminto), hierárquica (ocorre geralmente dentro de casa quando o animal tenta assumir a dominância do território), territorial (comum nas famílias onde os donos não delimitam a hierarquia, eles agridem qualquer indivíduo que adentro seu território) ou por medo (ocorre quando o animal sente-se ameaçado e sem a possibilidade de fuga).

2- Submissão: animais que desviam o olhar, são esquivos, vivem com o rabo abaixado.

3- Marcação de território: o cão delimita seu território através de urina ou fezes, mostrando a sua hierarquia dentro de casa.

4- Comportamento sexual: os animais que apresentam comportamento dominante assumirão a postura de tentar acasalar com seus proprietários.

Esteja atento a fim de corrigir os problemas que surgem, agressão não ajuda.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Cães adolescentes

Sunday, April 10th, 2011

cãoSemelhante aos seres humanos, a adolescência dos cães é uma época de muita energia, descobertas, teimosia e persistência em comportamentos desaprovados, que necessita de treinamento (educação). Diante disso, exercícios são fundamentais.

Como nem sempre é possível estar ao lado do cão, para evitar problemas, o dono pode utilizar algumas táticas.

1-Deixar um pano ou roupa velha com o cheiro do dono faz com que o animal se acalme e fique relaxado enquanto está sozinho.

2-Você pode pegar uma garrafa pet, fazer alguns furos e colocar ração dentro, o cão passará horas tentando tirar os grãos de dentro da garrafa.

3-Ofereça brinquedos ao animal para que ele possa extravasar a energia.

4-Ofereça ossos ou algo mastigável, isso evita que ele morda os objetos proibidos da casa.

5-Esconda petiscos pela casa; esse truque estimula o cão a procurar pelo petisco quando não está fazendo nada.

Atividade, essa é a palavra chave.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Exercitando cães idosos

Monday, October 4th, 2010

cãoNada é mais importante do que a prevenção e a vida de seu animal. Suplementos vitamínicos e terapias alternativas têm se tornado populares e comuns no tratamento de condições, como a artrite, comum em cães idosos, mas não podemos esquecer dos exercícios.

A natação é um excelente exercício para cães de todas as idades, mas especialmente boa para cães idosos porque são de baixo impacto e adequada para a debilidade dos músculos e articulações. Aumenta a força e melhora toda a condição corporal, além de ser um bom relaxante.

As caminhadas também podem ajudar muito quando respeitado os limites do animal e sua condição física. Um check-up é útil para se avaliar as condições do organismo do animal. Além de manter os músculos e articulações fortalecidos, a caminhada também ajuda a manter o peso, que para alguns animais é um problema. Pequenos passeios farão com que o animal alivie o stress e se exercite.

Lembre-se, animais idosos podem ter problemas em controlar a urina, as fezes e em se alimentar e podem precisar de cuidados. Para cães que não podem se exercitar, sessões de massagem podem ajudá-los a se manterem relaxados.

Vet Therapy – Dra. Cynara Campanati

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Doga: bom para você, bom para seu cão

Tuesday, August 17th, 2010

dogaVocê já ouviu falar em Doga?

Muito parecida com a Yoga tradicional, os movimentos da Doga imitam os da prática humana (com a exceção da flexibilidade de membro). Com uma série de extensões, elevações e massagem, os donos trabalham com os corpos do cachorro em um exercício simbiôntico.

As pessoas estão procurando atividades saudáveis e divertidas para praticar com seus cães. O cão passar a adquirir a energia de seus donos, mas esse não é o único benefício.

O ato de acariciar, tocar o animal permite ao dono sentir todo o corpo dele e assim perceber qualquer anormalidade. A manipulação contínua também ajuda o animal a se acostumar com o toque humano, que pode ser útil em uma consulta veterinária.

É um modo divertido para entender algo sobre a filosofia da Yoga, que significa união.

Vet Therapy – Cynara Campanati

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